Polícia

Atirador que matou idoso em dentista é capturado após resistir e brigar com policiais

Policiais encontraram dinheiro falso e munições em esconderijo do criminoso

Após dias de vigilância, polícia captura homem que disparou em consultório dentário e deixou uma vítima fatal - Foto: Reprodução/ Redes Sociais

Redação Publicado em 29/05/2026, às 09h26

Uma investigação minuciosa com direito a monitoramento escondido colocou um fim na fuga do homem apontado como o atirador que aterrorizou um consultório dentário em Cubatão. O crime aconteceu no dia 24 de abril, na Rua Bahia, bem no Centro daquela área comercial. Na data, o criminoso invadiu o espaço de saúde, disparou várias vezes lá dentro e fugiu usando um automóvel roubado. Duas pessoas acabaram atingidas pelas balas e uma delas, um senhor de 57 anos, infelizmente não resistiu e faleceu.

Depois de muita procura no dia a dia das ruas, os investigadores do 1º Distrito Policial de Cubatão descobriram que o suspeito, chamado Diego Henrique Souza, de 38 anos, tinha achado um esconderijo bem longe dali. Ele estava abrigado na residência de uma mulher que o pessoal conhece pelo apelido de "Loira", localizada no bairro Parque das Bandeiras, em São Vicente.

A descoberta e o plano de fuga

Os policiais civis ficaram de olho no endereço durante alguns dias para não perder nenhuma movimentação. Na última quarta-feira (27), a paciência deles trouxe resultados: a dona do imóvel foi vista colocando várias sacolas pesadas no porta-malas de um carro. Sentindo o cheiro de que o investigado estava arrumando as coisas para dar no pé, a equipe agiu rápido e pediu reforço pelo rádio.

Pouco tempo depois, os agentes avistaram um rapaz com o mesmo porte físico do procurado saindo na calçada e decidiram fazer a abordagem de surpresa. O homem não quis se entregar numa boa, partiu para cima dos policiais e os oficiais precisaram usar a força física para conseguir imobilizar e algemar o suspeito no chão.

Bastante dinheiro falso e pistas do crime

A dona da casa colaborou e deixou que o grupo entrasse para revistar o quarto onde o rapaz passava os dias. Lá dentro, a busca recolheu provas valiosas. Os policiais acharam uma camiseta idêntica à que as testemunhas descreveram no dia do assassinato em Cubatão, o que ajuda muito a fechar o caso.

Além da peça de roupa, os agentes confiscaram o seguinte material:

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