Uma farmácia no bairro da Guilhermina, em Praia Grande, foi o palco de uma discussão entre um cliente e um farmacêutico, gravada por outros clientes
Redação Publicado em 21/07/2026, às 09h21
Um bate-boca em uma farmácia na Avenida Presidente Kennedy, no bairro Guilhermina, em Praia Grande, ganhou forte repercussão nas redes sociais após ser filmado por clientes. A confusão ocorreu no último domingo (19) e mostra um homem exaltado proferindo uma série de insultos verbais contra um funcionário do estabelecimento por conta da espera na fila do caixa.
De acordo com relatos de testemunhas que acompanharam a cena, o cliente exigia atendimento imediato após sua filha sofrer um pequeno ferimento no joelho. Inconformado com a ordem de chegada, o homem passou a intimidar o atendente.
Vídeo mostra ofensas e tentativa de manter a calma por parte de funcionário
As imagens captadas por smartphones mostram o momento em que o cliente caminha de forma agressiva em direção ao balcão de atendimento. Diante da postura intimidatória do homem, o trabalhador tenta conter a situação e evitar agressões físicas:
O atendente reage: "Vai me bater? Eu estou quieto aqui, irmão", questiona o funcionário, buscando manter o controle;
O cliente insulta: "Véi, você é um bo***, você é um me***, você é um cara***", dispara o homem em tom elevado, ignorando a presença de outros clientes;
O funcionário explica: "Eu vou te atender. Você é o próximo depois dele. Eu entendi a situação, sua filha se acidentou".
Na sequência do diálogo registrado em vídeo, o cliente alegou que o atendente teria agido com descaso ao sugerir que ele procurasse outro estabelecimento Comercial. O funcionário confirmou a orientação, esclarecendo que sugeriu a alternativa justamente porque o homem já havia chegado ao local visivelmente alterado e agressivo.
Ferimento leve motivou exigência por prioridade
A pessoa responsável pela gravação do vídeo relatou nas redes sociais que a indignação desproporcional do homem ocorreu porque a filha havia ralado o joelho. Exigindo passar à frente de outros consumidores que aguardavam na fila regular, o cliente alegou que a situação exigia prioridade absoluta do estabelecimento.
Até o momento, não há registro oficial sobre a presença da Polícia Militar no local ou lavratura de boletim de ocorrência por desacato ou injúria.