Durante patrulhamento, policiais encontraram drogas escondidas em um cone, totalizando 160 porções de maconha e outras substâncias
Redação Publicado em 23/07/2026, às 13h40
Ação de patrulhamento e combate ao tráfico de drogas conduzida por equipes da Polícia Militar resultou na apreensão de mais de meio quilo de entorpecentes em um local inusitado na comunidade da Prainha, em Guarujá. A ocorrência foi registrada durante a terça-feira (21), quando os agentes de segurança conseguiram localizar uma sacola recheada de ilícitos escondida no interior de um cone de sinalização viária posicionado em uma das vias da localidade.
No momento em que as viaturas entraram no bairro, as equipes policiais constataram a ausência de suspeitos ou pedestres pelas imediações, não havendo também qualquer registro de correria ou tentativa de fuga da abordagem. Diante do cenário, os policiais militares iniciaram uma varredura detalhada em pontos estratégicos da rua, método frequentemente utilizado para encontrar esconderijos temporários mantidos por criminosos. Ao inspecionarem os equipamentos de trânsito dispostos na via pública, os agentes encontraram a embalagem plástica oculta sob um cone.
Contagem do material e trâmites na Polícia Civil
A conferência minuciosamente realizada pelas equipes revelou uma diversidade de substâncias prontas para a comercialização ilícita na região. Ao todo, a Polícia Militar contabilizou e recolheu 160 porções de maconha, 19 pedras de crack e sete pinos contendo cocaína. Somados, os invólucros totalizaram 625 gramas de material entorpecente retirados de circulação na comunidade.
Como nenhuma pessoa foi flagrada ou detida no local da abordagem na Prainha, todo o volume de drogas recolhido foi transportado e apresentado na sede do 2º Distrito Policial de Vicente de Carvalho, localizado no próprio município de Guarujá. Na unidade policial, a autoridade de plantão formalizou a ocorrência sob o registro de apreensão de entorpecentes. Todo o material recolhido passará pelos exames periciais de praxe, enquanto o setor de investigações da Polícia Civil trabalha para identificar a origem e os responsáveis pelo armazenamento do material na comunidade.