Homem que havia confessado o crime contra a ex-companheira foi localizado sem vida na cela onde cumpria prisão; caso agora é investigado como morte suspeita

Redação Publicado em 08/04/2026, às 19h24
Manoel Ferro de Melo, preso por assassinar a empresária Barbara Denise Folha de Oliveira, foi encontrado morto na Penitenciária de Tupi Paulista, gerando uma investigação sobre as circunstâncias de sua morte.
O detento havia confessado o crime, que ocorreu em janeiro, e sua morte foi classificada como suspeita, com a Polícia Civil registrando um boletim de ocorrência para apurar os fatos.
A Secretaria da Administração Penitenciária iniciou um procedimento interno, e a Delegacia Seccional de Dracena ficará responsável pela investigação do caso na unidade prisional.
O homem preso por assassinar a empresária Barbara Denise Folha de Oliveira, em São Vicente, no litoral de São Paulo, foi encontrado morto dentro da unidade prisional onde estava detido. Manoel Ferro de Melo estava custodiado na Penitenciária de Tupi Paulista quando foi localizado sem vida na própria cela.
Segundo informações da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), o detento estava sozinho no momento em que foi encontrado. A ocorrência foi registrada na última sexta-feira (3) e um procedimento interno foi aberto para apurar as circunstâncias da morte.
A perícia foi acionada para o local e um boletim de ocorrência foi registrado pela Polícia Civil. O caso foi classificado inicialmente como morte suspeita e será investigado pela Delegacia Seccional de Dracena.
Manoel havia sido preso após confessar o assassinato da empresária Barbara Denise Folha de Oliveira, de 34 anos. O corpo da vítima foi encontrado no dia 20 de janeiro dentro do apartamento onde ela morava, no bairro Samaritá, em São Vicente. A descoberta foi feita pela mãe da empresária e pelo filho dela, um adolescente de 14 anos.
Durante o depoimento à polícia, o acusado afirmou que colocou moedas nos olhos e na boca da vítima por acreditar que isso garantiria a passagem dela para o mundo espiritual. Ele também declarou que espalhou moedas pelo corpo da ex-companheira após ouvir dela que desejava apenas “paz e dinheiro”, e não continuar o relacionamento.
Após o crime, Manoel deixou o local e chegou a se esconder em uma área de mata. Dias depois, entrou em contato com policiais e manifestou interesse em se entregar. De acordo com a investigação, ele temia sofrer represálias por conta da gravidade do crime e decidiu procurar as autoridades.
Antes de ser encontrada morta, a empresária havia registrado imagens e áudios mostrando uma discussão com o ex-companheiro dentro do apartamento. Nas gravações, ela aparece pedindo para que ele deixasse o imóvel.
A morte do detento dentro da penitenciária agora passa a ser alvo de investigação para esclarecer o que ocorreu na cela onde ele estava custodiado.
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