SEGURANÇA

Alta de viroses reforça uso da telemedicina para evitar contágio e reduzir idas ao hospital

A combinação de mudança de clima, ambientes fechados e volta às aulas elevou os casos de viroses no país, e médicos apontam a telemedicina como principal alternativa para orientação inicial, preservando pacientes e reduzindo exposições desnecessárias.

Alta de viroses reforça uso da telemedicina para evitar contágio e reduzir idas ao hospital - Imagem: Reprodução / Freepik
Alta de viroses reforça uso da telemedicina para evitar contágio e reduzir idas ao hospital - Imagem: Reprodução / Freepik

William Oliveira Publicado em 27/02/2026, às 12h15


O aumento das viroses respiratórias e gastrointestinais neste período do ano tem reforçado a importância de buscar atendimento médico de forma segura, evitando deslocamentos desnecessários. Mudanças de clima, ambientes fechados e a retomada das atividades escolares favorecem a circulação de vírus, especialmente entre crianças, gerando sintomas como febre, tosse, coriza, dores no corpo, diarreia e mal-estar.

Diante desse cenário, especialistas alertam que nem sempre a ida imediata a unidades de saúde é a melhor decisão. Em muitos casos, o cuidado pode começar em casa, com orientação médica adequada por meio de teleconsulta, reduzindo o risco de contágio cruzado.

Segundo o infectologista Pedro Italo Oliveira Gomes, da Hapvida, a maioria das viroses é autolimitada e pode ser acompanhada de forma segura à distância. O atendimento remoto permite avaliar sintomas, acessar o histórico do paciente e orientar sobre hidratação, controle da febre, repouso e sinais de alerta.

Quadros com febre moderada, coriza, tosse leve, dor de garganta, episódios isolados de vômito ou diarreia, sem sinais de desidratação, podem ser conduzidos inicialmente de forma remota. Já situações como dificuldade para respirar, febre persistente por mais de 72 horas, prostração intensa, convulsões ou sinais claros de desidratação exigem avaliação presencial imediata.

Grupos de risco, como gestantes, idosos, crianças menores de seis meses e pessoas imunossuprimidas, devem manter atenção redobrada, pois podem apresentar maior risco de agravamento.

O médico ressalta que, em períodos de alta circulação viral, a busca desnecessária por atendimento presencial pode aumentar a exposição a outros agentes infecciosos e sobrecarregar serviços de urgência.

Com estrutura integrada em todo o país, a Hapvida oferece teleatendimento por videochamada ou ligação, com acesso ao prontuário eletrônico e emissão de receitas digitais válidas em todo o território nacional. A ferramenta permite orientação médica rápida, segura e eficaz, garantindo a continuidade do cuidado e o encaminhamento correto quando necessário.

Com mais de 80 anos de atuação, a empresa é hoje a maior operadora de saúde integrada da América Latina, com cerca de 16 milhões de beneficiários e uma ampla rede própria composta por hospitais, prontos atendimentos, clínicas e centros de diagnóstico em todas as regiões do Brasil.