Fiscais prometem marcação cerrada nos horários e na limpeza das ruas após fechamento de novo acordo com os feirantes

Redação Publicado em 19/06/2026, às 10h05
Uma audiência pública realizada na sede da Associação Comercial de São Vicente, no bairro Parque Bitaru, selou o destino das feiras livres que movimentam a rotina local. O encontro presencial foi o ponto alto de um processo que envolveu também uma grande consulta feita pela internet, tudo com o objetivo de ouvir o que os moradores, feirantes e comerciantes locais tinham a dizer sobre o assunto. A reunião foi liderada pela Secretaria de Comércio, Indústria e Negócios Portuários (Secinp) e focou em achar uma saída que ajudasse as vendas, mas sem travar a mobilidade e o sossego dos bairros.
Com as conversas concluídas, a prefeitura bateu o martelo sobre as mudanças estruturais e as localizações das barracas para garantir que ninguém saia prejudicado.
Mudanças nos pontos e trânsito livre
A maior novidade do pacote é a reorganização geográfica dos pontos de venda. A tradicional feira de sexta-feira foi mantida sem alterações na Linha Amarela. Já a feira da Rua Capitão-Mor Aguiar passou por um ajuste importante: o tamanho das barracas vai diminuir para que toda a estrutura consiga ficar concentrada apenas no pedaço entre as ruas Treze de Maio e Marquês de São Vicente. Essa mudança cirúrgica foi pensada para que as duas vias laterais fiquem totalmente livres para a circulação de veículos e ônibus, evitando os antigos nós no trânsito da região.
Além disso, a mudança resolve uma preocupação antiga da vizinhança, melhorando o acesso rápido e seguro para as ambulâncias e pacientes da maternidade que funciona bem nessa área.
Olho vivo e fiscalização em cima
Para garantir que as novas regras saiam do papel e funcionem na prática, a prefeitura prometeu que as equipes de fiscalização vão trabalhar de forma bem mais rígida a partir de agora. Os fiscais municipais prometem monitorar de perto os horários de montagem e desmontagem, a limpeza das ruas e o respeito ao espaço delimitado para cada feirante.
Com essa supervisão reforçada, a ideia da administração municipal é cortar os problemas pela raiz antes que eles virem reclamações, mantendo o comércio de rua forte, mas sem atrapalhar o direito de ir e vir de quem mora ao redor das bancas de frutas e pastéis.
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