Rafael Alves Santos, conhecido como “Jamaica”, desapareceu após cair de um caiaque enquanto auxiliava atletas em uma maratona no Rio Itapanhaú; ele deixa cinco filhos

Redação Publicado em 26/05/2026, às 14h43
O corpo de Rafael Alves Santos, de 44 anos, foi encontrado no Rio Itapanhaú após ele ter desaparecido durante uma competição de natação no último sábado, gerando grande comoção na comunidade local.
Rafael, que atuava como apoio na prova aquática, pode ter sofrido um mal súbito antes de cair nas águas, segundo as investigações iniciais.
As equipes de resgate, incluindo o Corpo de Bombeiros e o Grupamento de Bombeiros Marítimo, realizaram buscas intensivas em uma área de difícil acesso, e a organização do evento está colaborando com as autoridades e familiares.
Após três dias de intensas buscas no Rio Itapanhaú, em Bertioga, equipes do Corpo de Bombeiros localizaram, na manhã desta terça-feira (26), o corpo de Rafael Alves Santos, de 44 anos, conhecido entre amigos como “Jamaica”. Ele havia desaparecido no último sábado (23), após cair de um caiaque durante o acompanhamento de uma competição de natação de longa distância realizada no município do litoral paulista.
De acordo com as informações apuradas, Rafael participava da estrutura de apoio aos atletas da prova aquática quando ocorreu o acidente. Uma das hipóteses levantadas pelas equipes é de que ele possa ter sofrido um mal súbito antes de desaparecer nas águas do rio.
As operações de resgate envolveram equipes terrestres e aquáticas do Corpo de Bombeiros e do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar). Durante os dias de procura, agentes utilizaram embarcações, mergulhadores e equipamentos especializados para atuar em uma extensa área considerada de difícil acesso, com trechos cercados por vegetação e características que dificultaram os trabalhos.
O corpo foi encontrado ainda nas águas do Rio Itapanhaú e reconhecido por familiares. Após os procedimentos iniciais, a vítima foi encaminhada para perícia.
Rafael era bastante conhecido em Bertioga. Além de trabalhar como pintor, também mantinha forte ligação com atividades esportivas e culturais, sendo praticante de canoagem e capoeira. Familiares o descrevem como uma pessoa carismática, comunicativa e de fácil convivência.
Natural de Ubaitaba, no sul da Bahia, ele morava há anos em Bertioga, onde construiu amizades e se tornou conhecido na comunidade local. Segundo parentes, Rafael não possuía histórico conhecido de problemas de saúde relacionados a episódios de mal súbito.
A competição onde ocorreu o desaparecimento tinha percurso aproximado de 21 quilômetros, passando por diferentes trechos do Rio Itapanhaú. Em nota, a organização do evento informou que acompanha o caso e declarou estar prestando apoio às autoridades responsáveis e aos familiares.
A ocorrência gerou forte comoção entre moradores, amigos e pessoas ligadas ao esporte na cidade.
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