Baixada Santista

APS reativa elevadores na passarela Alfândega-Cais e planeja reforma definitiva para setembro

Após meses fora de serviço, elevadores da passarela voltam a operar, trazendo alívio para pedestres e ciclistas na travessia entre Santos e Guarujá

Foto: Divulgação
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Redação Publicado em 21/08/2026, às 08h47


Os elevadores da passarela Alfândega-Cais, que conecta a Praça da República ao terminal de passageiros da travessia de barcas entre Santos e o distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá, voltaram a operar nesta quinta-feira (20). Os equipamentos estavam fora de serviço desde o início de agosto para a execução de reparos emergenciais, gerando transtornos diários para pedestres, trabalhadores e ciclistas que utilizam o trajeto marítimo.

De acordo com informações divulgadas pela Autoridade Portuária de Santos (APS), as intervenções recentes viabilizaram a retomada do funcionamento dos elevadores em caráter paliativo, porém dentro dos critérios técnicos de segurança exigidos. A estimativa da pasta é de que os aparelhos operem dessa forma durante as próximas semanas, até a deflagração de uma ampla reforma estrutural definitiva, agendada para setembro, com data de início ainda a ser confirmada.

Reforma estrutural contra corrosão e novas rampas de acesso

A futura manutenção programada terá como foco principal a substituição de peças e o tratamento contra a corrosão marítima identificada em partes da estrutura metálica da passarela. A APS comunicou que finalizou a fase de orçamentos e cotações de mercado, estando atualmente em processo de aquisição dos insumos necessários para a obra completa.

Como medida complementar para aprimorar a mobilidade no trecho, a Autoridade Portuária inaugurou na quarta-feira (19) rampas de acesso instaladas na passarela. A nova estrutura serve como opção à escadaria principal para ciclistas e transeuntes em geral. A administração portuária reforça a recomendação para que os elevadores recém-reativados sejam utilizados prioritariamente por idosos, gestantes e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assegurando fluidez e acessibilidade ao transporte hidroviário da região.