Após controlar o incêndio, bombeiros realizaram vistorias para garantir a segurança do local e evitar novos focos de incêndio

Redação Publicado em 19/02/2026, às 08h53
O final da tarde desta terça-feira (18) foi marcado por um susto para moradores e trabalhadores do bairro Cidade Náutica, em São Vicente. Um incêndio de proporções preocupantes atingiu uma fábrica de velas situada na Avenida Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, uma das principais vias da região. A ocorrência mobilizou um contingente expressivo do Corpo de Bombeiros, que agiu rapidamente para evitar que o fogo se alastrasse por todo o galpão industrial, repleto de materiais altamente inflamáveis.
O chamado de emergência foi registrado pela central 193 por volta das 18h40. Diante do risco de uma fábrica de velas, que lida diretamente com parafina, um derivado de petróleo de queima rápida e difícil controle, a corporação enviou imediatamente quatro viaturas e uma equipe composta por 12 bombeiros especializados em combate a incêndios estruturais.
Operação de combate e rescaldo
Ao chegarem ao endereço, as equipes de salvamento identificaram que o foco do incêndio estava concentrado no forro de isolamento térmico de um dos tanques de armazenamento de parafina. O isolamento, fundamental para manter a temperatura do produto em estado líquido para a produção, acabou servindo de combustível para as chamas. O combate foi intenso, utilizando técnicas específicas para resfriar a estrutura e abafar o fogo antes que ele atingisse o estoque principal da fábrica.
Após o controle das chamas, os bombeiros iniciaram a fase de rescaldo. Foram realizados vistorias minuciosas em cada canto da edificação comercial para garantir que não houvesse focos remanescentes escondidos sob o forro ou nas tubulações. Felizmente, a corporação confirmou que não havia vítimas no interior do imóvel no momento do incidente, e todos os funcionários conseguiram deixar o local em segurança antes que a fumaça se espalhasse.
Causas e providências
A área foi totalmente isolada durante os trabalhos e, após a confirmação de que o local estava seguro e sem riscos de novos focos, o imóvel foi entregue à responsabilidade dos proprietários. Embora o susto tenha sido grande devido à natureza do material fabricado no local, os danos ficaram restritos à estrutura de isolamento do tanque.
As causas exatas que deram início às chamas ainda não foram esclarecidas. Especialistas em perícia devem visitar o local nos próximos dias para avaliar se o incêndio foi provocado por um curto-circuito na rede elétrica ou por um superaquecimento no sistema de aquecimento da parafina.
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