Notícias

Bombeiros resgatam bebê de 1 ano com forma de bolo presa na cabeça em São Vicente

Incidente doméstico ocorreu na última segunda-feira (16); equipe de salvamento utilizou alicates especiais para remover o aro sem ferir o menino

Um bebê ficou preso em uma forma de bolo e precisou de resgate em São Vicente, mas felizmente não sofreu ferimentos - Imagem: Reprodução/ Corpo de Bombeiros
Um bebê ficou preso em uma forma de bolo e precisou de resgate em São Vicente, mas felizmente não sofreu ferimentos - Imagem: Reprodução/ Corpo de Bombeiros

Redação Publicado em 18/03/2026, às 09h23


Um susto doméstico mobilizou o Corpo de Bombeiros na última segunda-feira (16), em São Vicente. Um bebê de apenas um ano e cinco meses precisou de resgate especializado após ficar com uma forma de bolo presa na cabeça. O caso, que aconteceu na residência da família, ganhou repercussão após imagens mostrarem a precisão dos agentes, que conseguiram liberar a criança em menos de cinco minutos utilizando ferramentas de corte específicas. Felizmente, o pequeno não sofreu qualquer ferimento durante a operação.

De acordo com Mariana dos Santos Reis, mãe do bebê, a situação começou como uma brincadeira comum de criança. A madrinha do menino estava com ele no momento em que ele colocou o objeto na cabeça, mas o que parecia simples tornou-se um problema quando o aro da forma travou. A família tentou remover o utensílio por cerca de 15 minutos, mas, percebendo que a manipulação poderia machucar o bebê ou causar pânico, decidiram acionar o socorro profissional pelo telefone 193.

Atuação técnica

A ocorrência foi atendida por uma equipe do 6º Grupamento de Bombeiros, composta pelo subtenente Juarez, pelo cabo Biano e pelos soldados Amanda e W. Júnior. Os profissionais chegaram ao local e avaliaram que a melhor estratégia seria realizar o corte lateral do aro metálico. Com movimentos calculados e muita calma para não assustar o menino, os bombeiros utilizaram um alicate de precisão para romper o metal, garantindo que a pele e as orelhas da criança ficassem totalmente preservadas.

O 6º Grupamento ressaltou que a equipe conduziu a situação com "técnica e sensibilidade", fatores fundamentais em ocorrências envolvendo crianças pequenas. A corporação aproveitou o episódio para alertar os pais e responsáveis sobre a frequência desse tipo de acidente doméstico. Objetos vazados, como formas de bolo, grades e até assentos sanitários infantis, podem se tornar armadilhas rápidas. A recomendação é clara: em caso de obstrução que não saia com facilidade, a orientação é não forçar e chamar imediatamente os bombeiros para evitar lesões graves.