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Cabo da Polícia Militar de Santos morre após sofrer mal súbito durante serviço operacional

Policial militar de 58 anos passou mal durante patrulhamento pelo 6º BPM/I, recebeu atendimento médico, mas não resistiu; ele deixa esposa, filhos e netos

A Polícia Militar expressou pesar e solidariedade à família do Cabo Camargo, que dedicou sua vida à segurança pública - Foto: Divulgação/ 6° BPMI
A Polícia Militar expressou pesar e solidariedade à família do Cabo Camargo, que dedicou sua vida à segurança pública - Foto: Divulgação/ 6° BPMI

Redação Publicado em 20/08/2026, às 09h57


A Polícia Militar do Estado de São Paulo comunicou com profundo pesar o falecimento do Cabo PM Camargo, integrante do efetivo da 1ª Companhia do 6º Batalhão de Polícia Militar do Interior (6º BPM/I), sediado no município de Santos. O policial militar, de 58 anos de idade, foi vítima de um mal súbito enquanto desempenhava suas funções regulares no serviço operacional pelas vias da Baixada Santista.

Logo após a constatação da emergência clínica durante o turno de patrulhamento diário, o militar recebeu as primeiras manobras de socorro diretamente de seus companheiros de guarnição. Na sequência imediata, uma unidade de suporte médico avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para dar prosseguimento ao atendimento no local. A equipe de socorristas e médicos aplicou todos os protocolos emergenciais e de ressuscitação cardiorrespiratória possíveis na tentativa de reverter o quadro clínico agudo. Apesar de toda a mobilização e do pronto atendimento prestado pelos profissionais de saúde, o quadro evoluiu desfavoravelmente e o policial não resistiu, tendo o óbito constatado ainda durante a assistência emergencial.

Histórico de serviços prestados e comoção na Baixada Santista

O Cabo Camargo ingressou nas fileiras da Polícia Militar no ano 2000 e, ao longo de 26 anos ininterruptos de carreira na segurança pública, construiu sua trajetória profissional servindo à sociedade por meio do 6º BPM/I. Durante mais de duas décadas de trabalho na tropa ostensiva da corporação paulista, ele construiu um legado fundamentado no compromisso cívico, disciplina, lealdade funcional e respeito aos cidadãos.

A morte repentina gerou forte comoção entre colegas de farda, oficiais e integrantes das forças de segurança da Baixada Santista. O militar deixa esposa, filhos e netos. Em nota oficial de luto, a Polícia Militar expressou profundo sentimento de pesar e solidariedade à família e aos amigos, enaltecendo a dedicação e o legado deixado pelo combatente ao longo de sua valorosa trajetória na instituição.