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Caminhão com piche pega fogo e deixa motorista ferido na região portuária de Santos

Motorista de 50 anos teve queimaduras no rosto; chamas provocaram desvios no trânsito e vazamento de óleo, a Cetesb foi acionada

Incêndio destrói caminhão de asfalto e interdita avenida portuária em Santos - Imagem: Reprodução
Incêndio destrói caminhão de asfalto e interdita avenida portuária em Santos - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 14/08/2026, às 09h24


Um caminhão espargidor de asfalto carregado com piche pegou fogo e ficou completamente destruído na tarde desta quinta-feira (13), na Avenida Governador Mário Covas Júnior, localizada na região portuária de Santos. Segundo informações oficiais divulgadas pela Autoridade Portuária de Santos (APS), o veículo de serviços pesados estava em plena operação nas obras de repavimentação asfáltica da via quando as chamas começaram a se propagar na área de acesso reservada ao terminal TES.

O incidente gerou momentos de apreensão na região portuária devido a pequenas explosões registradas no tanque e na estrutura do veículo durante o avanço do fogo. O motorista do caminhão, um homem de 50 anos, sofreu queimaduras leves na região do rosto ao tentar conter ou escapar das chamas. Ele recebeu os primeiros socorros de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi prontamente encaminhado para avaliação médica na Santa Casa de Santos.

Combate às chamas, desvios no trânsito e atuação da Cetesb

O Corpo de Bombeiros foi acionado com urgência para isolar o perímetro de risco e combater o fogo, contando com o reforço estratégico de um caminhão-pipa da Guarda Portuária para abastecimento contínuo de água. Após a extinção das chamas, os bombeiros efetuaram os procedimentos de resfriamento e rescaldo para evitar novas reignições no asfalto e na carcaça do veículo.

Por conta da gravidade da ocorrência e da fumaça densa, a Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos (CET-Santos) interditou a Avenida Governador Mário Covas Júnior e desviou o fluxo de veículos para a Avenida Afonso Pena.

O sentido em direção à Ponta da Praia registrou bloqueios pontuais, sendo liberado progressivamente após a estabilização da área. Houve ainda o derramamento de substância oleosa sobre o pavimento, o que motivou o acionamento da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) para realizar a contenção dos resíduos e avaliar possíveis impactos ao meio ambiente.