Ataque ocorreu em praia de Praia Grande e mobilizou polícia e protetores; outro animal agredido recebeu atendimento e foi encaminhado para lar temporário.

Redação Publicado em 27/02/2026, às 15h38
Um cachorro sem raça definida morreu após ser agredido na orla da Guilhermina, em Praia Grande, levando a uma detenção em flagrante do tutor, que alegou que as agressões eram parte de um 'treinamento'. O animal não sobreviveu às complicações neurológicas resultantes dos ferimentos.
O cão chegou à clínica veterinária com sérios sintomas, incluindo tremores e dificuldade de locomoção, e apesar dos esforços médicos, não resistiu. Outro cachorro, um pit bull, também foi encontrado ferido, mas recebeu tratamento e foi acolhido temporariamente.
O caso foi registrado como maus-tratos e a prisão do tutor foi convertida em preventiva durante a audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça. O incidente destaca a necessidade de denúncias rápidas e reforça que agressões a animais são crime, com penas que podem incluir reclusão.
Um cachorro sem raça definida morreu dias após ser vítima de agressões na orla da Guilhermina, em Praia Grande. O animal havia sido socorrido em estado grave depois de ser arremessado e golpeado na areia da praia. Apesar dos esforços da equipe veterinária, ele não resistiu às complicações neurológicas decorrentes dos ferimentos.
De acordo com informações registradas em boletim de ocorrência, o tutor foi detido em flagrante após testemunhas denunciarem as agressões. Policiais militares que atenderam à ocorrência relataram ter presenciado os maus-tratos no momento da abordagem. O homem teria afirmado que a prática fazia parte de um suposto “treinamento”.
O cão chegou à clínica com tremores, dificuldade de locomoção e sinais de trauma. Durante a internação, apresentou crises convulsivas e sofreu parada cardiorrespiratória. Já o outro animal envolvido, da raça pit bull, apresentava lesões na região dos olhos e escoriações pelo corpo. Após receber cuidados médicos, ele foi liberado e acolhido provisoriamente.
O caso foi registrado como maus-tratos a animais na Central de Polícia Judiciária do município. Em audiência de custódia, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva, e o investigado permanece à disposição da Justiça.
A ocorrência reacende o debate sobre violência contra animais e a importância de denúncias rápidas. Especialistas reforçam que agressões físicas não configuram método de adestramento e são crime previsto em lei, com pena que pode incluir reclusão.
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