Investigação aponta que pisos e revestimentos de alto valor eram retirados de uma empresa com possível apoio de um funcionário; parte da mercadoria foi recuperada pela Polícia Civil

Redação Publicado em 01/08/2026, às 14h52
Um casal foi preso em Ilha Comprida, São Paulo, por suspeita de furto e venda ilegal de materiais de construção, com produtos de alto valor sendo retirados de uma empresa local e revendidos online.
As investigações começaram após a identificação de irregularidades no estoque da empresa, revelando que o homem de 47 anos retirava os materiais enquanto a mulher negociava as vendas em plataformas digitais.
A polícia apreendeu parte dos produtos durante a operação e continua as investigações para recuperar mais materiais, identificar um funcionário da empresa que colaborava com o esquema e verificar a participação de outros envolvidos.
Um casal foi preso na quarta-feira (29), em Ilha Comprida, no litoral de São Paulo, suspeito de integrar um esquema de furto e comercialização ilegal de materiais de construção. De acordo com a Polícia Civil, pisos e revestimentos de alto valor eram retirados de uma empresa do município e revendidos por meio de anúncios publicados na internet. Parte dos produtos foi localizada durante a ação policial.
As investigações indicam que o homem, de 47 anos, seria responsável por retirar os materiais da empresa, enquanto a mulher atuaria na negociação e venda dos itens em plataformas digitais. A apuração teve início após a identificação de irregularidades no estoque da empresa e da circulação dos produtos no mercado informal.
Durante o cumprimento das diligências, policiais civis encontraram parte dos materiais no interior do veículo utilizado pelo suspeito. Outros produtos foram localizados na residência do casal. Todo o material apreendido foi recolhido para os procedimentos de perícia e posterior devolução ao proprietário, conforme o andamento da investigação.
Segundo a Polícia Civil, há indícios de que o esquema contava com a colaboração de um funcionário da empresa, responsável por informar quais mercadorias de maior valor chegavam ao estoque. Com essas informações, os suspeitos selecionariam os produtos que seriam furtados para posterior revenda.
No decorrer da investigação, os agentes identificaram uma pessoa que adquiriu parte dos materiais. Em depoimento, o comprador afirmou desconhecer a origem ilícita dos produtos. Até o momento, a polícia informou que não foram encontrados elementos que indiquem a participação dele nas atividades criminosas.
O homem foi autuado pelos crimes de furto e associação criminosa. Já a mulher responderá por receptação qualificada e associação criminosa, conforme informou a Polícia Civil. Ambos permaneceram à disposição da Justiça.
As investigações continuam com o objetivo de recuperar o restante dos materiais subtraídos, identificar o funcionário suspeito de fornecer informações privilegiadas e verificar se outras pessoas participaram do esquema criminoso.
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