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Com maior acumulado da região, Santos tem 62 mm de chuva na abertura de setembro

Com 62 mm em 24 horas, Santos lidera acumulados de chuva na Baixada Santista sob alerta da Defesa Civil para ventos de até 70 km/h

Santos registra 62 mm de chuva na madrugada e lidera acumulados na Baixada Santista - Imagem: Divulgação
Santos registra 62 mm de chuva na madrugada e lidera acumulados na Baixada Santista - Imagem: Divulgação

Redação Publicado em 01/09/2026, às 11h06


O mês de setembro começou marcado por temporais intensos e fortes rajadas de vento na Baixada Santista durante a madrugada desta terça-feira (1º). De acordo com os registros oficiais divulgados pela Defesa Civil do Estado de São Paulo, a cidade de Santos contabilizou o maior volume pluviométrico de todo o litoral e o terceiro índice mais expressivo do território paulista, somando 62 milímetros de precipitação acumulada nas últimas 24 horas.

Logo atrás nos registros regionais aparecem Cubatão, que atingiu a marca de 58 mm, Guarujá, com 54 mm, Praia Grande, com 51 mm, São Vicente, com 44 mm, e Itanhaém, com 34 mm. A maior parte desse volume hídrico se concentrou durante o período noturno e as primeiras horas da manhã, acompanhada por chuvas persistentes e ventos que deixaram as defesas civis municipais em regime de monitoramento preventivo.

Deslocamento de frente fria e risco de tempestades

O panorama meteorológico emitido pelas autoridades estaduais aponta que as condições atmosféricas permanecerão altamente instáveis ao longo de todo o dia. O avanço contínuo de uma frente fria vinda do Sul do país é o principal responsável por espalhar nuvens carregadas por todas as regiões de São Paulo, gerando potencial para temporais moderados a severos.

O alerta meteorológico emitido para a faixa litorânea destaca a probabilidade de novas pancadas de chuva volumosas, incidência de raios, descargas elétricas e rajadas de vento que podem superar os 70 km/h, além de risco de granizo pontual. Com a umidade relativa do ar acima de 70% e o forte contraste térmico entre as massas de ar, a formação de novas áreas de instabilidade continuará sendo favorecida, demandando prudência redobrada em áreas de encosta e em vias sujeitas a alagamentos.