A cidade adota tecnologia e biologia para eliminar focos do mosquito Aedes aegypti e prevenir doenças como dengue e chikungunya

Redação Publicado em 09/04/2026, às 10h14
Praia Grande intensificou as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti neste mês de abril. Com uma estratégia que une tecnologia, biologia e educação, as equipes de saúde ambiental percorrem os bairros para eliminar focos da dengue, zika e chikungunya. Além das tradicionais vistorias em residências, o município aposta no uso de "peixes barrigudinhos" (espécie Lebiste), soltos em grandes reservatórios de água parada para devorar larvas e ovos do mosquito.
Uma das principais frentes de trabalho em curso é a Avaliação de Densidade Larvária (ADL). Por meio de um sorteio computadorizado, os agentes visitam 2.400 imóveis espalhados pela cidade para coletar amostras. Esse mapeamento é fundamental para que a prefeitura saiba exatamente quais bairros concentram o maior perigo e, assim, direcione as operações de nebulização com bomba costal de forma mais eficiente.
Educação e conscientização nas ruas
A Secretaria de Saúde Pública (Sesap) reforça que a luta contra o mosquito é um dever coletivo. Dados recentes mostram que cerca de 70% dos focos ainda são encontrados dentro das casas, em objetos simples como pratinhos de plantas e baldes. Para mudar esse cenário, o setor de Informação, Educação e Comunicação (IEC) cumpre uma agenda intensa de conscientização em feiras livres, supermercados e unidades de saúde (Usafas) ao longo de todo o mês.
As abordagens são variadas e buscam atingir todos os públicos, utilizando desde rodas de conversa e panfletagem até apresentações de teatro de fantoches e comédia stand-up. Nesta quinta-feira (9), por exemplo, uma ação conjunta com o programa Pet PG Chip ocorre na feira livre do bairro Samambaia, unindo o cuidado com os animais à prevenção de doenças.
Vacinação e canais de denúncia
No campo da imunização, Praia Grande segue com duas frentes distintas:
Os moradores que identificarem focos de mosquito em terrenos baldios ou casas abandonadas podem formalizar denúncias pelo telefone 162 (Ouvidoria) ou pelo e-mail oficial da saúde ambiental. Vale lembrar que, em caso de sintomas como febre alta, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas, a recomendação é procurar a Usafa de referência ou, em casos mais graves, as UPAs Quietude e Samambaia.
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