Menino teve ferimentos na perna direita, passou por sutura e vacinação no Hospital Municipal; animal foi recolhido pela Zoonoses e ficará em observação por 10 dias

Redação Publicado em 07/08/2026, às 11h14
Um menino de 7 anos foi atacado por um cão em uma praça em Mongaguá, resultando em ferimentos na perna e necessitando de atendimento médico, onde recebeu sutura e vacinação antes de ser liberado.
O ataque ocorreu enquanto a criança estava em um espaço público, levando os responsáveis a buscar ajuda na unidade de saúde, onde foram realizados cuidados e orientações para a recuperação em casa.
Após o incidente, o cão foi recolhido pela Divisão de Vigilância em Saúde e Zoonoses, passando por vacinação e observação clínica por dez dias para monitorar sua saúde e prevenir doenças transmissíveis.
Um menino de 7 anos foi atacado por um cão enquanto estava na Praça Dudu Samba, em Mongaguá, no litoral de São Paulo, na quinta-feira (6). A criança sofreu ferimentos na perna direita e foi encaminhada ao Hospital e Maternidade Municipal (HMM), onde recebeu atendimento médico, passou por sutura dos cortes e foi vacinada antes de receber alta.
De acordo com a Prefeitura de Mongaguá, o ataque ocorreu durante a permanência da criança no espaço público. Após o incidente, os responsáveis levaram o menino para atendimento na unidade de saúde municipal, onde a equipe realizou a limpeza dos ferimentos e avaliou a necessidade de outros procedimentos.
Após os cuidados iniciais, a criança recebeu orientação médica e foi liberada para continuar a recuperação em casa, com indicação de medicamentos e acompanhamento dos responsáveis.
Cão foi recolhido pela Zoonoses
Após a ocorrência, equipes da Divisão de Vigilância em Saúde e Zoonoses do município recolheram o animal envolvido no ataque. Segundo a administração municipal, o cão passou por vacinação, identificação por microchip e será mantido em período de observação clínica.
O protocolo prevê que o animal permaneça em acompanhamento por dez dias, período utilizado pelas equipes de controle de zoonoses para monitorar possíveis sinais de doenças e avaliar as condições de saúde do cão após um episódio de mordida. Durante esse período, o animal também deverá passar por avaliações de rotina relacionadas ao controle de doenças que podem ser transmitidas aos seres humanos.
Orientação em casos de mordida
Ataques envolvendo animais exigem atenção imediata devido ao risco de infecções e à necessidade de avaliação médica para definir medidas preventivas, como vacinação e acompanhamento do ferimento. A orientação dos órgãos de saúde é que vítimas de mordidas procurem atendimento médico para avaliação adequada, mesmo quando os ferimentos aparentam ser superficiais.
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