Segurança e educação

Escola em Mongaguá é invadida e sofre prejuízo com furto de fiação

Unidade teve energia comprometida após ação criminosa; aulas foram mantidas parcialmente

Escola municipal teve fiação furtada e estrutura elétrica danificada após invasão em Mongaguá - Imagem: Divulgação/Prefeitura de Mongaguá
Escola municipal teve fiação furtada e estrutura elétrica danificada após invasão em Mongaguá - Imagem: Divulgação/Prefeitura de Mongaguá

Redação Publicado em 24/03/2026, às 16h53


Uma escola municipal em Mongaguá foi invadida, resultando em furto de cabos elétricos e danos que ultrapassam R$ 10 mil, afetando o fornecimento de energia em diversas áreas da instituição.

A Secretaria de Educação decidiu manter a escola em funcionamento, mas muitas famílias optaram por não enviar os alunos devido às condições comprometidas da estrutura.

Equipes de manutenção foram mobilizadas para reparar os danos e a Prefeitura intensificará a fiscalização de estabelecimentos que lidam com sucata, visando combater a receptação de materiais furtados.

Uma escola municipal de Mongaguá foi alvo de invasão durante o fim de semana, resultando em furto de cabos elétricos e danos à estrutura interna. O caso gerou prejuízos superiores a R$ 10 mil, segundo a administração municipal.

A ação ocorreu dentro da unidade de ensino, onde foram registrados danos nos quadros de energia, afetando o fornecimento de eletricidade em diferentes setores, como salas de aula e cozinha. Apesar das limitações, a Secretaria de Educação optou por manter o funcionamento da escola no início da semana, ainda que com impacto no atendimento.

Diante da situação, parte das famílias decidiu não enviar os alunos para as atividades presenciais, principalmente por conta das condições estruturais comprometidas.

Equipes de manutenção foram acionadas imediatamente para reparar os danos e substituir os materiais furtados. A expectativa é de que o fornecimento de energia seja normalizado gradualmente.

De acordo com a área de segurança do município, esse tipo de crime tem sido recorrente e está ligado à revenda ilegal de cobre e outros materiais. Como resposta, a Prefeitura anunciou o reforço na fiscalização de estabelecimentos que comercializam sucata e recicláveis, com o objetivo de coibir a receptação.

O caso também reforça a preocupação com a segurança em unidades públicas, especialmente em períodos sem atividades escolares, quando os prédios ficam mais vulneráveis.