Espécie vulnerável surpreende em Mongaguá e Itanhaém; especialistas alertam para preservação e cuidado ao avistar os animais

Redação Publicado em 26/03/2026, às 18h29
Estrelas-marinhas com nove braços, da espécie Luidia senegalensis, foram avistadas na Baixada Santista, surpreendendo moradores e turistas durante caminhadas na praia, especialmente em dias nublados.
Esses animais, que podem chegar a 20 centímetros, são conhecidos por sua beleza exótica e hábitos noturnos, tornando sua aparição diurna um evento raro, embora a espécie esteja classificada como vulnerável à extinção devido a ameaças como a pesca de arrasto.
Especialistas recomendam que as pessoas não toquem nas estrelas-do-mar para evitar estresse e fragmentação, destacando a importância desses animais como indicadores ambientais e a necessidade de preservação da biodiversidade nas praias da região.
Um fenômeno incomum chamou a atenção de moradores e turistas no litoral paulista: estrelas-marinhas com nove braços surgiram na faixa de areia em cidades da Baixada Santista, despertando curiosidade e encantamento.
Os registros foram feitos em Mongaguá e Itanhaém, onde banhistas se depararam com exemplares da espécie Luidia senegalensis — conhecida pelo formato incomum e pela beleza exótica.
O vídeo completo estará disponível no Instagram da CBN Santos
Com até 20 centímetros de comprimento, os animais foram vistos durante caminhadas na praia, muitas vezes em dias nublados, o que tornou a experiência ainda mais inesperada. Para quem presenciou, o encontro foi descrito como raro e marcante.
Apesar da aparência delicada, a espécie possui características surpreendentes. Segundo especialistas, essas estrelas vivem enterradas na areia do fundo do mar e têm hábitos predominantemente noturnos, o que torna sua aparição durante o dia ainda mais incomum.
Outro aspecto curioso é a capacidade de regeneração: caso percam um dos braços, conseguem desenvolver um novo com o tempo — um mecanismo de defesa natural contra predadores.
No entanto, a beleza do animal contrasta com sua situação ambiental. A espécie está classificada como vulnerável à extinção, o que reforça a necessidade de preservação. Entre as principais ameaças estão a pesca de arrasto e os impactos causados pela atividade humana no litoral.
Especialistas orientam que, ao encontrar uma estrela-do-mar, o ideal é não tocá-la. O contato pode causar estresse e até levar o animal a se fragmentar como forma de defesa.
Mesmo sem representar perigo aos humanos, a presença desses animais serve como um importante indicador ambiental — e um lembrete da biodiversidade que ainda resiste nas praias da região.
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