Dano ao patrimônio

Grupo é detido após pichar passarela e fugir de abordagem de GCM

Ação foi flagrada durante patrulhamento em Mongaguá; suspeitos confessaram autoria e responderão por crime ambiental

Grupo foi detido após pichar passarela sobre rodovia em Mongaguá; materiais utilizados foram apreendidos - Imagem: Divulgação/Prefeitura de Mongaguá
Grupo foi detido após pichar passarela sobre rodovia em Mongaguá; materiais utilizados foram apreendidos - Imagem: Divulgação/Prefeitura de Mongaguá

Redação Publicado em 06/04/2026, às 20h14


Cinco pessoas foram detidas por pichar uma passarela de pedestres em Mongaguá, litoral paulista, durante um patrulhamento da Guarda Civil Municipal. O grupo, que tentou fugir ao notar a viatura, foi localizado e admitiu a autoria das inscrições relacionadas a uma torcida organizada.

Os detidos, três homens e duas mulheres, estavam em posse de tintas e materiais para pichação. A ação foi registrada com base na legislação ambiental, que impõe penalidades por danos a espaços urbanos.

Após a detenção, os envolvidos foram encaminhados a uma unidade policial e liberados para responder ao processo em liberdade. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o caso continua sob investigação.

Cinco pessoas foram detidas após serem flagradas pichando uma passarela de pedestres sobre a rodovia Padre Manoel da Nóbrega, no litoral paulista. O caso ocorreu no sábado (4), na altura do bairro Balneário Oceanópolis, em Mongaguá.

De acordo com informações da Guarda Civil Municipal, a equipe realizava patrulhamento de rotina quando identificou a ação. Ao notar a aproximação da viatura, o grupo tentou deixar o local, mas foi localizado nas proximidades pouco depois.

Os suspeitos — três homens e duas mulheres — admitiram a autoria das inscrições, que faziam referência a uma torcida organizada. Com eles, os agentes apreenderam tintas e outros materiais utilizados na pichação.

Após a abordagem, os envolvidos foram encaminhados à unidade policial, com apoio da Polícia Militar. Antes disso, passaram por avaliação médica em um pronto-socorro da cidade. A perícia técnica também foi acionada para análise do local.

A ocorrência foi registrada com base na legislação ambiental, que prevê penalidades para quem danifica ou degrada espaços urbanos. Apesar da detenção em flagrante, os suspeitos foram liberados e irão responder ao processo em liberdade.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o caso segue em investigação.