Restaurantes populares e unidade do Bom Prato garantiram alimentação completa e acessível ao longo de todo o ano, atendendo milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Ana Beatriz Publicado em 31/01/2026, às 19h57
A política pública de segurança alimentar e nutricional segue como um dos pilares sociais do Guarujá. Ao longo de 2025, a Prefeitura serviu 741.957 refeições por meio dos restaurantes populares do Município, assegurando acesso contínuo à alimentação de qualidade para a população em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.
Os dados constam na prestação de contas da Diretoria de Segurança Alimentar e Nutricional (Segan), vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social (Sedeas), e evidenciam o alcance dos equipamentos públicos mantidos por meio de parcerias público-privadas.
No Restaurante Popular Tibério Birolini, na Vila Baiana, foram servidas 197.930 refeições em 2025. A unidade manteve média mensal elevada durante todo o ano, confirmando a alta demanda e o papel estratégico do equipamento no atendimento diário à população.
Já o Restaurante Popular do Santo Antônio contabilizou 245.332 refeições, consolidando-se como um dos principais polos de segurança alimentar da cidade, com funcionamento regular ao longo dos 12 meses do ano.
Os restaurantes municipais operam de segunda a sexta-feira, oferecendo refeições completas ao custo simbólico de R$ 1,00, com cardápios elaborados por nutricionistas. A proposta garante equilíbrio nutricional, segurança alimentar e respeito aos hábitos alimentares da população atendida.
“A segurança alimentar não é uma ação pontual, mas uma política pública estruturante, permanente e essencial, que garante alimentação de qualidade e valor nutricional à população”, destaca o secretário municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, Fernando Monte.
Bom Prato ultrapassa 298 mil refeições
Além das unidades municipais, o Guarujá conta com o Restaurante Bom Prato, em Vicente de Carvalho, fruto da parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo. Em 2025, a unidade serviu 298.695 refeições, entre cafés da manhã e almoços.
O volume expressivo de atendimentos reforça a importância do serviço para trabalhadores, idosos, famílias em situação de vulnerabilidade social e pessoas que dependem diariamente do acesso à alimentação adequada.
“Os dados evidenciam a efetividade da política pública de segurança alimentar e nutricional. O compromisso da gestão é ampliar o acesso, preservar a qualidade e garantir que cada vez mais pessoas tenham acesso ao Direito Humano à Alimentação Adequada”, afirma o diretor da Segan, Wagner Cruz.
Política social permanente
Os restaurantes populares integram a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN) e têm como objetivo assegurar o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA). Além das refeições equilibradas e acessíveis, os equipamentos promovem ações de educação alimentar, fortalecimento da cidadania e respeito à dignidade dos usuários.
As dietas são planejadas por nutricionistas, seguindo as Leis da Alimentação e as diretrizes do Guia Alimentar para a População Brasileira, com prioridade para alimentos in natura ou minimamente processados e redução do uso de ultraprocessados, sal, açúcar e gorduras.
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