Suspeito de 29 anos foi detido em flagrante após ameaçar a vítima, danificar o imóvel e ser localizado pela Polícia Militar com auxílio de testemunhas

Redação Publicado em 01/07/2026, às 17h35
Um homem de 29 anos foi preso em Guarujá por agredir sua ex-companheira e danificar seu apartamento, após invadir o local, o que gerou uma rápida mobilização da Polícia Militar.
A vítima, de 45 anos, relatou que foi surpreendida pelo ex-companheiro, que a agrediu fisicamente e fez ameaças antes de deixar o imóvel, levando a polícia a agir rapidamente com base em informações de testemunhas.
O suspeito foi preso em flagrante e a mulher solicitou medidas protetivas de urgência para garantir sua segurança, enquanto o caso segue sob investigação pela Polícia Civil.
Um homem de 29 anos foi preso em flagrante por violência doméstica na segunda-feira (29), em Guarujá, após invadir o apartamento da ex-companheira, agredi-la fisicamente e provocar danos no imóvel. O caso ocorreu no bairro Jardim Virgínia e mobilizou equipes da Polícia Militar, que localizaram o suspeito pouco tempo depois da ocorrência.
Segundo informações da Polícia Militar, a corporação foi acionada por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) para atender uma ocorrência de violência doméstica. No local, os policiais encontraram a vítima, uma mulher de 45 anos, que relatou ter sido surpreendida pelo ex-companheiro dentro do apartamento.
De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito invadiu o imóvel, passou a quebrar objetos e, durante a ação, desferiu socos contra a mulher. Além das agressões físicas, ele também teria feito ameaças à vítima antes de deixar o local.
Após receberem informações fornecidas por testemunhas sobre o paradeiro do homem, os policiais iniciaram buscas pela região e conseguiram localizá-lo ainda no bairro Jardim Virgínia. O suspeito foi abordado e preso em flagrante.
A vítima e o investigado foram encaminhados para atendimento médico e, posteriormente, apresentados na Delegacia Sede de Guarujá, onde a ocorrência foi formalizada.
A Polícia Civil registrou o caso pelos crimes de violência doméstica e ameaça. Durante o procedimento policial, a mulher solicitou medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha, com o objetivo de garantir sua integridade física e impedir nova aproximação do agressor.
O homem permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça. As circunstâncias do caso seguem sob apuração pelas autoridades competentes.
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