Corpo de Bombeiros atuou com rapidez e eficiência para controlar as chamas e proteger outras embarcações na marina

Gabriella Souza Publicado em 09/01/2026, às 09h27
O prejuízo foi grande, mas felizmente ninguém se machucou em um incêndio que destruiu um barco na tarde desta quinta-feira (8). A lancha, que tem aproximadamente quatro metros de comprimento, foi tomada pelas chamas enquanto estava posicionada em uma rampa de acesso ao mar. O incidente aconteceu em uma marina localizada na Rua Japão, em São Vicente, e atraiu a atenção de quem passava por perto devido à fumaça escura.
O proprietário da embarcação estava no local no exato momento em que o fogo começou. Apesar do susto e da rapidez com que as chamas se espalharam pelo material do barco, ele não sofreu ferimentos.
Assim que perceberam a gravidade da situação, as pessoas que estavam na marina chamaram o socorro para evitar que o fogo passasse para outras áreas.
O trabalho dos bombeiros no local
Para atender o chamado, o Corpo de Bombeiros montou uma operação com sete homens e duas viaturas, que se deslocaram rapidamente até o endereço. Quando a equipe chegou, o foco principal foi isolar o barco para que o incêndio não atingisse as outras embarcações que estavam guardadas ou estacionadas nas proximidades. O trabalho de combate ao fogo foi preciso e os profissionais conseguiram apagar as chamas antes que o pior acontecesse.
Mesmo com a ação rápida dos bombeiros, o fogo foi muito voraz. Como o barco era pequeno e feito de materiais que queimam com facilidade, quase nada sobrou. O interior da embarcação foi totalmente destruído, restando apenas o casco carbonizado. Além da perda total da lancha, o calor e a fumaça acabaram atingindo uma parede lateral da parte externa da marina, que fica bem encostada na rampa onde o barco estava.
Segurança e próximos passos
Após controlarem a situação e garantirem que não havia mais nenhum risco de novas chamas surgirem, os bombeiros fizeram uma varredura completa na área. Eles confirmaram que nenhum outro barco sofreu danos, o que trouxe um certo alívio para os administradores da marina e outros donos de embarcações que frequentam o local.
Agora, o caso será analisado de perto para entender o que realmente provocou o início do incêndio. O local foi deixado sob cuidados responsáveis e a Polícia Técnico-Científica deve realizar uma perícia nos restos da embarcação. Esse exame é fundamental para descobrir se o fogo começou por uma falha mecânica, um curto-circuito no sistema elétrico ou algum outro fator externo. Por enquanto, a marina segue operando normalmente, mas o espaço onde o barco pegou fogo continua isolado para a realização desses trabalhos técnicos.
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