Fórum na Avenida Doutor Roberto de Almeida Vinhas está fechado devido a reformas necessárias nas instalações elétricas.

Otávio Alonso Publicado em 28/01/2026, às 16h59
Quem precisou ir ao Fórum de Praia Grande nas últimas semanas encontrou o prédio fechado por causa da falta de energia elétrica, situação que levou à suspensão das atividades presenciais no local, na Avenida Doutor Roberto de Almeida Vinhas, no bairro Mirim. O fechamento começou neste ano após vistorias técnicas apontarem a necessidade de reforma na cabine primária do edifício.
De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo, inspeções realizadas pela CPFL Piratininga e por empresas contratadas pelo próprio tribunal identificaram problemas nas instalações internas, o que motivou a interdição do imóvel para a execução da obra no prédio que fica na Avenida Doutor Roberto de Almeida Vinhas, 9.101, no Mirim.
Na entrada do prédio, há apenas um aviso informando que o fórum passa por reforma e que o atendimento presencial está suspenso. Não há, até o momento, previsão para a conclusão dos serviços e para a reabertura do local.
Enquanto a obra não é finalizada, os serviços judiciais seguem sendo prestados de forma remota, sem interrupção, segundo o tribunal. O atendimento ao público ocorre pelo Balcão Virtual, as audiências são realizadas por videoconferência e os processos tramitam integralmente em meio digital.
As sessões do Tribunal do Júri, conforme informou o tribunal, estão sendo realizadas no prédio do Ministério Público Estadual, que fica próximo ao fórum.
A CPFL Piratininga afirmou que não há falta de energia elétrica no trecho onde o prédio está localizado e esclareceu que a ocorrência está relacionada exclusivamente às condições das instalações internas do imóvel.
Apesar das alternativas adotadas, o fechamento do fórum tem gerado queixas. Cidadãos idosos relatam dificuldades para acessar os sistemas informatizados disponíveis ao público. A advogada e conselheira estadual da Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo, Flávia Nascimento, destacou que, embora parte dos processos possa tramitar de forma virtual, há atos que exigem atendimento presencial e precisam ser remarcados.
Ela também lembrou que o fórum já enfrentou problemas estruturais nos últimos anos e afirmou que a OAB-SP acompanha o caso. Segundo Flávia, a entidade dará encaminhamento junto ao Tribunal de Justiça para que providências sejam adotadas sem prejuízo à população e à advocacia.

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