Ex-presidente apresentou febre, queda na oxigenação e precisou ser levado de urgência para hospital particular na capital federal

Redação Publicado em 13/03/2026, às 16h04
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado em estado grave devido a uma broncopneumonia bacteriana que afeta ambos os pulmões, apresentando sintomas como febre alta e queda na saturação de oxigênio.
Ele está sob tratamento intensivo com antibióticos intravenosos e a situação é considerada uma das mais críticas desde suas internações anteriores, segundo informações médicas.
Uma decisão judicial permitiu que sua esposa e familiares o acompanhem durante a internação, enquanto a segurança é reforçada com a presença de agentes da Polícia Militar, sem previsão de alta até o momento.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado nesta sexta-feira em uma unidade de terapia intensiva do Hospital DF Star, após apresentar um quadro de broncopneumonia bacteriana que afeta os dois pulmões.
Segundo informações médicas, o político apresentou sintomas como febre alta, calafrios, sudorese e queda nos níveis de saturação de oxigênio, o que levou ao acionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento inicial, ele foi encaminhado à unidade hospitalar para avaliação mais detalhada.
Exames clínicos e de imagem realizados no hospital confirmaram o diagnóstico da infecção pulmonar. Atualmente, o ex-presidente recebe tratamento com antibióticos administrados por via intravenosa e acompanhamento médico intensivo.
Jair Bolsonaro cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda e foi levado ao hospital após agravamento do quadro de saúde.
Em decisão judicial, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que a esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro, permaneça como acompanhante durante a internação.
O magistrado também liberou visitas de familiares próximos, incluindo os filhos Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro, além de outros parentes.
A decisão estabelece ainda que o ex-presidente permaneça sob vigilância permanente durante a internação, com presença de agentes da Polícia Militar do Distrito Federal no hospital. O acesso ao quarto também tem restrições, incluindo a proibição de celulares ou equipamentos eletrônicos não relacionados ao tratamento médico.
Após visitar o pai no hospital, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que os médicos consideram o quadro atual um dos episódios mais graves desde as internações anteriores relacionadas à saúde do ex-presidente.
Até o momento, não há previsão oficial de alta hospitalar, e o quadro clínico segue sendo acompanhado pela equipe médica responsável.
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