Após oito meses de tratamento intenso contra a leucemia, criança é homenageada com carreata e surpresa em hospital, marcando avanço importante na recuperação

Redação Publicado em 25/04/2026, às 18h21
Helena, uma menina de quatro anos, celebrou o fim da primeira fase da quimioterapia em uma festa organizada no hospital, após um tratamento intenso de oito meses contra leucemia linfoblástica aguda.
O diagnóstico ocorreu em 2025, quando Helena apresentou sintomas graves, levando a internações e transfusões sanguíneas antes do início do tratamento, que exigiu uma rotina desafiadora para a família.
A equipe do hospital organizou uma comemoração para marcar a superação dessa fase, enquanto Helena inicia agora uma nova etapa com quimioterapia oral, com a expectativa de continuidade da evolução positiva de sua saúde.
A conclusão de uma etapa decisiva no tratamento contra o câncer se transformou em um momento de celebração para uma família do litoral paulista. Aos quatro anos, Helena encerrou a primeira fase da quimioterapia e foi surpreendida com uma homenagem que reuniu buzinaço, decoração e uma festa organizada dentro da unidade de saúde onde é acompanhada.
Moradora de São Vicente, a menina percorreu o trajeto até o hospital, em Santos, em um carro decorado com bexigas e mensagens de apoio. Durante o percurso, a mobilização espontânea de desconhecidos chamou a atenção da família: motoristas buzinavam, acenavam e enviavam palavras de incentivo, criando um ambiente de acolhimento e emoção.
De acordo com a mãe, Raíssa da Silva Vieira, a iniciativa foi pensada como forma de marcar o fim da quimioterapia intravenosa, considerada uma das fases mais intensas do tratamento. O período durou cerca de oito meses e exigiu uma rotina de cuidados constantes, consultas e internações.
O diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda ocorreu em 2025, após a criança apresentar febre persistente e sinais de anemia severa. Helena chegou a ser internada em estado delicado e precisou de transfusão sanguínea antes do início do tratamento oncológico.
Desde então, a família enfrentou uma rotina desafiadora, com acompanhamento médico contínuo e adaptações no dia a dia. Segundo a mãe, a equipe do hospital teve papel fundamental durante todo o processo, oferecendo suporte técnico e emocional.
Para marcar o encerramento dessa fase, profissionais da unidade de saúde organizaram uma pequena comemoração, com decoração e doces, dentro do hospital. O gesto reforçou o vínculo criado ao longo do tratamento e simbolizou a superação de um período considerado crítico.
Apesar do avanço, o tratamento segue em nova etapa, agora com quimioterapia oral, que deve se estender pelos próximos anos. A expectativa da família é manter a evolução positiva do quadro clínico.
A celebração, além de marcar um avanço médico, se tornou um momento de reconhecimento da trajetória enfrentada pela criança e pelos familiares, reunindo emoção, apoio coletivo e esperança.
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