O homem foi preso em flagrante após provocar incêndio, que resultou em ferimentos e complicações legais

Redação Publicado em 12/01/2026, às 09h18
Uma fiscalização de trânsito que tinha tudo para ser rotineira acabou terminando em confusão, chamas e um motorista ferido na Avenida Presidente Kennedy, uma das vias mais movimentadas de Praia Grande. O caso aconteceu na noite da última sexta-feira (9), no bairro Aviação, quando um homem de 46 anos decidiu tomar uma atitude extrema ao saber que ficaria a pé.
A confusão começou durante uma daquelas operações de bloqueio policial, popularmente conhecidas como blitz da Lei Seca. A equipe da Polícia Militar que estava no local deu sinal de parada para o veículo e iniciou os procedimentos padrões. O motorista obedeceu, parou o carro e aceitou fazer o teste do bafômetro. O resultado foi negativo: ele não havia consumido bebida alcoólica, o que a princípio livraria sua cara de uma multa gravíssima.
Papelada irregular e dívidas antigas
O problema, no entanto, não estava no condutor, mas sim na situação do automóvel e da documentação. Quando os agentes puxaram a capivara do veículo no sistema, a lista de irregularidades era longa. Para começar, o licenciamento estava vencido há muito tempo — o último documento válido era de 2017. Além disso, havia um bloqueio administrativo sobre o carro e, para piorar, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do motorista também estava fora da validade.
Diante de tanta coisa errada, os policiais não tiveram escolha a não ser cumprir a lei: informaram ao homem que o carro seria apreendido e levado para o pátio municipal. Foi nesse momento que a situação saiu do controle.
Reação perigosa e prisão
Inconformado com a notícia de que perderia o bem, o motorista teve um acesso de fúria. Ali mesmo, no meio da operação, ele ateou fogo no próprio veículo. A atitude impensada gerou um risco enorme não só para ele, mas para quem estava em volta. O resultado foi imediato: além de destruir o carro, o homem acabou se queimando e precisou de atendimento médico.
Ele foi socorrido e levado para o Pronto-Socorro do bairro Quietude para tratar os ferimentos causados pelo incêndio que ele mesmo provocou. Mas a dor de cabeça dele não parou por aí. Assim que recebeu alta médica, a situação legal pesou. Ele foi preso em flagrante pela atitude.
A perícia técnica foi chamada para analisar o que sobrou do carro e o local do crime. O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Praia Grande como incêndio. Vale lembrar que provocar incêndio é crime previsto no Artigo 250 do Código Penal, e a brincadeira pode custar caro: a pena varia de três a seis anos de reclusão, além de multa.

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