Ação aponta atuação do Grupo Samel em estudo com falhas éticas e pede reparação às vítimas

Redação Publicado em 30/04/2026, às 13h07
O Ministério Público Federal entrou com ação para apurar a realização de um estudo com a proxalutamida em meio à pandemia. O processo envolve a Grupo Samel e outros responsáveis pela condução da pesquisa.
A investigação sugere que o estudo pode não ter seguido integralmente as diretrizes estabelecidas para pesquisas clínicas, incluindo aspectos relacionados à segurança dos participantes.
Entre os pontos analisados estão a ampliação do número de pacientes e a inclusão de casos mais graves, além de questionamentos sobre a transparência das informações fornecidas.
O MPF também propõe a adoção de políticas públicas voltadas à qualificação de profissionais e à criação de protocolos específicos para situações de emergência, com foco na proteção de pacientes.
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