Kayra Kamilly, de 33 anos, foi localizada na tarde de quinta-feira (27) com uma lesão na cabeça e o corpo em avançado estado de decomposição

Redação Publicado em 29/08/2026, às 17h00
Kayra Kamilly, uma mulher trans de 33 anos, foi encontrada morta em um terreno baldio no Guarujá, apresentando sinais de violência, incluindo uma lesão na cabeça, e o caso foi registrado como homicídio pela polícia.
O corpo, em estado avançado de decomposição, foi descoberto por policiais militares que entraram no local após perceberem um forte odor, mas até o momento, não há suspeitos identificados ou presos.
A área foi preservada para perícia e a investigação está em andamento, com a polícia buscando determinar as circunstâncias da morte e possíveis envolvidos, sem informações claras sobre a motivação do crime ou relação com a identidade de gênero da vítima.
A mulher trans Kayra Kamilly, de 33 anos, foi encontrada morta na tarde de quinta-feira (27) em um terreno baldio na Rua Cláudio dos Santos, no Guarujá, litoral de São Paulo. Segundo o boletim de ocorrência, o corpo apresentava sinais de violência, incluindo uma lesão na região da cabeça compatível com esmagamento. O caso foi registrado como homicídio e é investigado pela 3ª Delegacia de Homicídios do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
Policiais militares localizaram a vítima depois de entrarem no terreno por uma abertura existente em um muro, fechada por um portão de madeira. No local, os agentes perceberam forte odor e encontraram o corpo já em avançado estado de decomposição. Até a última atualização, nenhuma pessoa havia sido presa ou identificada publicamente como suspeita do crime.
De acordo com o registro policial, nenhum documento de identificação ou outro objeto pessoal foi encontrado junto ao corpo. A identificação da vítima como Kayra Kamilly, de 33 anos, ocorreu posteriormente. A polícia não divulgou, nas informações disponíveis, há quanto tempo ela estava no terreno nem uma estimativa oficial sobre quando ocorreu a morte.
Após a localização do corpo, a área foi preservada para o trabalho da perícia. Agentes da 3ª Delegacia de Homicídios também estiveram no endereço e passaram a atuar na apuração do caso. A investigação deverá utilizar os exames periciais e demais elementos obtidos no local para determinar as circunstâncias da morte, identificar o instrumento utilizado na agressão e buscar possíveis envolvidos. O corpo foi retirado pelo serviço funerário após a conclusão dos trabalhos iniciais.
A ocorrência foi registrada como homicídio na Delegacia de Polícia de Guarujá. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo informou que as diligências continuam com o objetivo de esclarecer os fatos. Até o momento, as autoridades não divulgaram informações sobre a motivação do crime.
Também não há elementos confirmados nas informações disponibilizadas que permitam relacionar o homicídio à identidade de gênero da vítima. Essa hipótese somente poderá ser estabelecida caso surjam evidências durante a investigação. A Polícia Civil também não informou se câmeras de segurança da região, testemunhas ou outros elementos já foram identificados para auxiliar na reconstrução dos últimos passos de Kayra.
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