Animais foram encontrados debilitados, sem alimentação adequada e em ambiente insalubre; resgate mobilizou órgãos municipais e entidade de proteção animal

Redação Publicado em 12/03/2026, às 18h19
Oito cães, principalmente da raça Shih Tzu, foram resgatados em Santos após denúncias de abandono e maus-tratos, vivendo em condições insalubres dentro de uma residência. O caso gerou mobilização de equipes de proteção animal e evidenciou a necessidade de fiscalização mais rigorosa sobre o bem-estar animal na região.
Os cães apresentavam sinais graves de desidratação e magreza, além de pelos emaranhados que dificultavam sua movimentação. A situação foi revelada após relatos ao Instituto Eliseu, que acionou a Coordenadoria de Defesa da Vida Animal de Santos para a intervenção.
A responsável pelos animais foi identificada e enfrenta um processo administrativo, com a aplicação de multas e registro de boletins de ocorrência. Os cães estão em tratamento no Instituto Eliseu e não estão disponíveis para adoção até que completem a recuperação e adaptação necessárias.
Uma ação de resgate mobilizou equipes de proteção animal após a descoberta de cães vivendo em condições críticas dentro de uma residência em Santos. Ao todo, oito animais — sendo a maioria da raça Shih Tzu — foram retirados do local após denúncias de abandono e maus-tratos.
O caso veio à tona depois que o Instituto Eliseu recebeu relatos sobre a situação dos animais em um imóvel localizado na Rua Torres Homem. As imagens registradas no local mostram um ambiente tomado por fezes e urina, evidenciando condições insalubres para a permanência dos cães.
O resgate foi realizado pela equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal de Santos (Codevida), órgão ligado à prefeitura responsável pela fiscalização e proteção dos animais no município.
Segundo a administração municipal, os cães apresentavam sinais de desidratação, magreza acentuada e pelos extremamente embaraçados, com nós que dificultavam até a movimentação. Apenas um dos animais estava em condições físicas consideradas adequadas no momento da abordagem.
Devido à superlotação do abrigo municipal, uma das cadelas permaneceu sob cuidados diretos da Codevida, enquanto os outros sete cães foram encaminhados ao Instituto Eliseu, onde passaram a receber tratamento especializado.
Os animais estão passando por procedimentos de higiene, avaliação veterinária e acompanhamento para recuperação física e comportamental. Profissionais envolvidos no cuidado explicam que muitos deles demonstram estranhamento ao toque humano, indicando possível histórico de isolamento ou negligência prolongada.
A responsável pelos animais foi identificada pelas autoridades. A fiscalização municipal instaurou processo administrativo e aplicou autos de infração. Além disso, foram registrados boletins de ocorrência com apoio da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar para que as medidas legais sejam adotadas.
Por enquanto, os cães seguem em fase de recuperação e adaptação. A prefeitura informou que eles ainda não estão disponíveis para adoção, pois precisam concluir o tratamento e recuperar plenamente a saúde antes de serem encaminhados para novos lares.
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