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Pai morre no hospital após briga com facão contra o próprio filho em Praia Grande

Ambos os envolvidos foram hospitalizados, mas o pai não resistiu aos ferimentos

Um homem de 55 anos morreu após ser esfaqueado pelo filho durante uma briga familiar - Imagem: Reprodução
Um homem de 55 anos morreu após ser esfaqueado pelo filho durante uma briga familiar - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 18/03/2026, às 09h03


Uma briga familiar terminou em tragédia na cidade de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Um homem de 55 anos morreu após ser esfaqueado pelo próprio filho, de 31 anos, durante um violento desentendimento na noite de sábado (14). O caso, que inicialmente havia sido registrado pelas autoridades como lesão corporal, teve sua natureza alterada para homicídio pela Polícia Civil após a confirmação do óbito da vítima no Hospital Irmã Dulce.

O crime aconteceu na Rua Roberto Andraus, localizada no bairro Anhanguera. De acordo com as informações fornecidas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), a discussão entre pai e filho escalou rapidamente para uma agressão física mútua.

Relatos preliminares indicam que, durante o auge do conflito, o pai teria avançado contra o filho utilizando um facão. No revide, o filho teria desferido os golpes de faca que atingiram o tórax e o abdômen do homem mais velho. Ambos ficaram feridos no embate e precisaram de atendimento médico urgente.

Investigação e desdobramentos fatais

Os dois envolvidos foram socorridos por equipes de emergência e encaminhados ao Hospital Municipal Irmã Dulce. Enquanto o filho recebeu tratamento para ferimentos menos complexos, o pai permaneceu internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado gravíssimo. Infelizmente, após dias de luta pela vida, ele não resistiu à gravidade das lesões. A notícia da morte foi levada à delegacia pelo enteado da vítima, o que desencadeou a mudança imediata no rumo das investigações policiais.

A autoridade policial responsável pelo caso agora realiza diligências para esclarecer a dinâmica exata dos fatos e entender o que motivou o início da briga. A Polícia Civil busca determinar se houve legítima defesa por parte do filho ou se a reação configurou excesso punível. Até o momento, a administração do hospital e a Prefeitura de Praia Grande não emitiram notas oficiais sobre o estado em que o filho se encontra ou detalhes adicionais do atendimento. O caso segue sob sigilo parcial para a coleta de depoimentos de testemunhas e análise de perícias técnicas no local do crime.