Segurança

Polícia Civil encerra funcionamento de casa de jogos clandestina e apreende máquinas em Guarujá

Operação encontrou equipamentos de caça-níqueis em atividade, dinheiro em espécie e componentes eletrônicos; mulher que se apresentou como responsável pelo imóvel foi conduzida à delegacia

Polícia Civil apreendeu oito máquinas caça-níqueis, componentes eletrônicos e dinheiro durante operação que desativou um estabelecimento de jogos de azar em Guarujá - Imagem: Polícia Civil
Polícia Civil apreendeu oito máquinas caça-níqueis, componentes eletrônicos e dinheiro durante operação que desativou um estabelecimento de jogos de azar em Guarujá - Imagem: Polícia Civil

Redação Publicado em 25/07/2026, às 13h58


A Polícia Civil desativou um local em Guarujá, São Paulo, utilizado para jogos de azar, apreendendo máquinas caça-níqueis e dinheiro em espécie durante uma operação de rotina, sem prisões em flagrante.

Foram confiscadas oito máquinas e R$ 859, com a investigação focando na irregularidade do estabelecimento e na apuração de possíveis envolvidos na atividade ilegal.

Uma mulher de 20 anos, identificada como responsável pelo local, foi ouvida e liberada após assinar um Termo de Compromisso, enquanto o caso segue sob investigação da Polícia Civil.

A Polícia Civil desativou um estabelecimento utilizado para a exploração de jogos de azar no bairro Praia Santa Cruz dos Navegantes, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Durante a operação, realizada na quarta-feira (22), agentes apreenderam máquinas caça-níqueis em funcionamento, componentes eletrônicos e dinheiro em espécie. A ocorrência foi registrada e não houve prisão em flagrante.

Segundo informações da Polícia Civil, a ação ocorreu durante diligências de rotina na região, quando os investigadores identificaram um imóvel onde funcionava, de forma irregular, um espaço destinado à prática de jogos de azar. Após a entrada no local, a equipe constatou a existência de equipamentos em operação.

No interior do estabelecimento foram apreendidas oito máquinas caça-níqueis, além de oito conteiros equipados com placas de memória utilizadas no funcionamento dos aparelhos. Também foram recolhidos R$ 859 em dinheiro, valor que estava no imóvel no momento da fiscalização.

Todo o material foi apreendido e encaminhado para perícia técnica, que deverá analisar os equipamentos e subsidiar a investigação sobre a atividade desenvolvida no local.

Ainda conforme a Polícia Civil, uma mulher de 20 anos apresentou-se aos agentes como responsável pelo estabelecimento. Ela foi conduzida à Delegacia Sede de Guarujá para prestar esclarecimentos durante o registro da ocorrência.

Na unidade policial, a mulher optou por permanecer em silêncio durante o depoimento. Após os procedimentos legais, ela assinou um Termo de Compromisso de Comparecimento ao Juizado Especial Criminal (Jecrim) e foi liberada para responder ao processo em liberdade.

O caso foi registrado como exploração de jogo de azar, infração prevista na legislação brasileira, e seguirá sob investigação da Polícia Civil, que irá apurar as circunstâncias do funcionamento do estabelecimento e eventual participação de outras pessoas na atividade.