Associação afirma que já havia prestado esclarecimentos formais e aponta inconsistências nas acusações feitas contra a instituição

Manoela Cardozo Publicado em 28/03/2026, às 11h14
A Polícia Civil de São Paulo instaurou inquérito para apurar a origem e a consistência de denúncias relacionadas à suposta existência de “funcionários fantasmas”, após boletim de ocorrência e representação formal apresentados pela Associação Filantrópica Nova Esperança (AFNE), que aponta possível prática de denunciação caluniosa.
A abertura da investigação ocorreu a partir de iniciativa da própria entidade, que sustenta que novas imputações teriam sido formuladas sem respaldo documental suficiente, mesmo após a apresentação de esclarecimentos e documentos referentes aos apontamentos anteriormente levantados.
Na portaria expedida pela autoridade policial, consta que a apuração tem como objetivo verificar eventual ocorrência de denúncia caluniosa ou outras infrações correlatas, diante da reiteração de acusações consideradas desprovidas de elementos probatórios idôneos.
O documento também registra que a AFNE já havia apresentado informações detalhadas sobre o tema em momento anterior, com documentação encaminhada aos órgãos competentes.
A discussão teve reflexos na esfera administrativa, incluindo a suspensão cautelar do contrato de gestão pela Secretaria Municipal da Saúde, medida posteriormente afastada por decisão liminar da Justiça do Estado de São Paulo.
Em nota enviada à reportagem, a AFNE afirmou que repudia a alegação de existência de “colaboradores inexistentes”, reiterou que a acusação não procede e informou que toda a documentação necessária já havia sido apresentada em outubro de 2025, sustentando ainda que o procedimento inicial desconsiderou informações previamente prestadas pela instituição.
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