Menino relatou que a docente arremessou uma pá de lixo contra ele

Gabriella Souza Publicado em 21/11/2025, às 08h32
Uma situação delicada e revoltante veio à tona em Praia Grande. Uma mãe, que trabalha por conta própria, está exigindo respostas após seu filho de 6 anos, aluno da Escola Municipal Natale de Lucca, aparecer com ferimentos no rosto. A autônoma Cristiane da Silva, de 43 anos, diz que a criança foi agredida por uma professora da escola.
O caso de suposta agressão aconteceu na última sexta-feira (14). A criança retornou para casa com hematomas e machucados no rosto. Assim que abraçou a mãe, ele logo contou o que teria acontecido, apontando a professora como responsável.
Como a Criança Se Machucou?
A mãe, que estava trabalhando na praia, havia pedido ao filho mais velho para buscar o caçula na unidade de ensino, que fica no bairro Quietude. Quando o pequeno chegou em casa, mostrou os machucados.
Cristiane perguntou ao filho o que teria motivado a atitude da docente. Ele contou que estava subindo na lousa quando a profissional, supostamente, jogou uma pá de lixo na direção dele. O menino também relatou que foi sacudido e, como punição, foi forçado a ficar virado para a parede em um canto da sala.
A autônoma se mostra bastante chocada e indignada com a situação. "A gente põe a criança dentro de uma escola, de uma creche para ficar o dia inteiro, a gente acha que vai ter segurança e não está tendo porque os próprios professores estão agredindo, estão fazendo o que querem. Ela jogou uma pá de lixo na cara do meu filho", lamentou Cristiane. Ela ressalta que o filho sempre foi elogiado na escola, pois "nunca deu trabalho".
Após saber do que tinha acontecido, a mãe foi imediatamente à escola buscar explicações, mas não conseguiu falar com a diretora naquele dia. No sábado (15), ela procurou a polícia para fazer um boletim de ocorrência, mas foi orientada a voltar no começo da semana.
Na segunda-feira (17), Cristiane finalmente conseguiu conversar com a direção da escola. A versão da professora para os machucados é diferente: ela disse que o garoto estava correndo na sala e bateu o rosto na lousa. No entanto, a mãe informou que a versão do filho foi confirmada por dois colegas de classe, o que aumenta a preocupação e a urgência de uma investigação. "Não tenho nada contra a escola, só que não tem motivo para a professora fazer isso, né? De agredir uma criança", disse a mãe.
A Prefeitura de Praia Grande se manifestou sobre o caso. A administração municipal explicou que está investigando todos os detalhes junto à escola. A nota da prefeitura garante que, se for provado que houve uma ação errada ou atitude imprópria por parte da profissional, todas as providências e medidas necessárias serão tomadas
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