Condomínios no Jardim Raphael receberam espécies nativas como pitanga, jerivá e quaresmeira em ação alinhada ao Programa Município VerdeAzul

Redação Publicado em 20/08/2026, às 10h39
Com o propósito de expandir de forma contínua a cobertura vegetal e fortalecer a preservação da biodiversidade nativa no litoral paulista, a Prefeitura de Bertioga, por intermédio da Secretaria de Meio Ambiente, realizou nesta quarta-feira (19) uma ampla mobilização de arborização urbana com o plantio de 200 mudas de espécies típicas da Mata Atlântica. O trabalho de campo foi concentrado nas áreas verdes e de convivência comum dos condomínios residenciais Claraíba e Quaresmeira, ambos situados no bairro Jardim Raphael, integrando as políticas públicas municipais voltadas ao desenvolvimento sustentável e ao equilíbrio dos ecossistemas costeiros da Baixada Santista.
O planejamento botânico foi estruturado para atender de maneira equilibrada os dois conjuntos habitacionais, com a destinação exata de 100 árvores nativas para cada um dos condomínios atendidos. A seleção técnica das mudas priorizou espécies de grande valor ecológico e paisagístico perfeitamente adaptadas ao solo e ao clima da região litorânea, incluindo pitanga, quaresmeira, araçá, aroeira-pimenta, resedá, palmeira-jerivá e manacá. Na área do Residencial Claraíba, as equipes plantaram 20 mudas de quaresmeira, 20 de pitanga, 20 de araçá, 20 de aroeira-pimenta e 20 de resedá. Já nas dependências do Residencial Quaresmeira, o plantio contemplou 22 mudas de aroeira-pimenta, 20 de pitanga, 20 de jerivá, 18 de quaresmeira e 10 de manacá, formando novos bosques urbanos.
Sustentabilidade, microclima e engajamento comunitário
A ação ambiental segue rigorosamente as diretrizes das Soluções Baseadas na Natureza (SbN) e cumpre os critérios técnicos da Diretiva Bio2 do Programa Município VerdeAzul (PMVA), iniciativa do Governo Estadual voltada a qualificar a gestão socioambiental dos municípios paulistas.
Além de embelezar o ambiente urbano e criar áreas de sombra para os moradores, o plantio contínuo gera impactos positivos diretos no microclima urbano, reduzindo as ilhas de calor, aumentando a permeabilidade e retenção de água no solo e servindo de abrigo e alimento para a avifauna silvestre local. A atividade também incentiva o sentimento de pertencimento e o engajamento dos moradores nos cuidados diários com a natureza ao redor de suas residências.
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