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Teto de sala de aula desaba em escola estadual de Praia Grande

Engenheiro da FDE fará vistoria para avaliar danos e planejar reparos necessários

Forro desabou em sala vazia, evitando tragédia maior; aulas continuam normalmente - Imagem: Reprodução
Forro desabou em sala vazia, evitando tragédia maior; aulas continuam normalmente - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 08/04/2026, às 11h35


O susto foi grande para a comunidade escolar da Escola Estadual Júlio Secco de Carvalho, no bairro Solemar, em Praia Grande. Parte do forro de uma das salas de aula desabou na tarde desta terça-feira (7), deixando escombros espalhados sobre as mesas e cadeiras que são utilizadas pelos alunos. Um vídeo gravado logo após o incidente começou a circular nas redes sociais, mostrando o buraco no teto e o estrago causado pela queda do material. Felizmente, ninguém ficou ferido.

De acordo com as informações da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP), o incidente aconteceu em um momento em que a sala estava vazia, o que evitou uma tragédia maior.

Assim que o problema foi identificado, a direção da unidade providenciou a interdição imediata do local para garantir a segurança dos estudantes e dos funcionários. Apesar do ocorrido, a rotina da escola não foi totalmente interrompida, e as aulas seguiram normalmente nesta quarta-feira (8), com os alunos sendo remanejados para outros espaços.

Vistoria e próximos passos

Para resolver o problema estrutural, a Seduc informou que um engenheiro da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) deve visitar a escola ainda nesta semana. Esse profissional será o responsável por avaliar toda a estrutura do teto, identificar o que causou o desabamento e definir quais reparos serão necessários. A partir dessa vistoria técnica, o governo estadual terá o orçamento da obra e o prazo oficial para que a sala de aula seja entregue totalmente recuperada.

A Unidade Regional de Ensino (URE) de São Vicente, que coordena as escolas estaduais da Baixada Santista, afirmou que está acompanhando o caso de perto e segue à disposição dos pais e responsáveis para prestar qualquer esclarecimento.

Enquanto isso, a Defesa Civil de Praia Grande foi procurada para comentar se houve uma vistoria municipal no prédio, mas ainda não se manifestou sobre o episódio. O caso acende um alerta sobre a necessidade de manutenção constante nos prédios públicos da região, especialmente em áreas próximas ao mar, onde a corrosão pode acelerar danos estruturais.