Quatro amigos vivenciaeam momentos de pânico após embarcação pegar fogo e naufragar nas Ilhas de San Blas

Redação Publicado em 10/12/2025, às 13h35
O que deveria ser a viagem dos sonhos para um grupo de turistas da Baixada Santista acabou se transformando em um verdadeiro filme de terror nas águas do Caribe. Quatro amigos, incluindo uma moradora de Santos, passaram por momentos de extremo pânico quando a embarcação onde estavam hospedados pegou fogo e naufragou nas Ilhas de San Blas, um famoso destino turístico no litoral do Panamá.
O incidente aconteceu no último sábado (06). O grupo era formado pela empreendedora santista Carolina Pereira Topfstedt, de 32 anos, e seus amigos Douglas Melo, Luciane Alves Casão e Leonardo Ricciarelli. Eles haviam chegado ao local na sexta-feira, esperando dias de descanso em um catamarã alugado. A rotina de lazer, no entanto, foi interrompida de forma brusca por volta das 12h40, quando o capitão do barco ouviu um estalo estranho vindo da cabine, seguido imediatamente por fumaça.
Fuga desesperada entre tubarões
A situação saiu de controle em questão de minutos. Douglas ainda tentou usar um extintor para conter as chamas, mas o fogo se alastrou rapidamente pela estrutura. Carolina relatou que, ao ver o desespero da tripulação e as labaredas subindo, percebeu que a única saída era abandonar o barco. Ela e Douglas conseguiram pular em um pequeno bote de apoio.
Para o casal Luciane e Leonardo, a fuga foi ainda mais dramática. No calor do momento, Luciane pulou diretamente no mar e o marido foi atrás para ajudá-la. O medo era real e intenso, pois minutos antes do incêndio, o grupo estava filmando tubarões nadando ao redor da embarcação. Apesar do risco de estarem na água com os predadores, eles conseguiram subir no bote com a ajuda dos amigos e remar para longe antes que o catamarã fosse totalmente consumido.
O capitão e seu ajudante insistiram em ficar a bordo tentando salvar alguns bens, mas acabaram sofrendo queimaduras e precisaram ser resgatados depois por outro barco. Para o comandante, a tragédia foi completa, pois o catamarã era sua única moradia.
Perda total e retorno antecipado
O grupo da região perdeu praticamente tudo no naufrágio: malas, roupas, dinheiro e os passaportes ficaram para trás. Eles escaparam vestindo somente trajes de banho, salvando apenas dois celulares e uma câmera que estavam em mãos.
Após o susto, os brasileiros contaram com a solidariedade local. O cacique de San Blas acolheu as vítimas, oferecendo alimentação, roupas e abrigo, além de providenciar o transporte até a Cidade do Panamá. Sem documentos, eles precisaram do auxílio emergencial do Consulado do Brasil para conseguir autorização de embarque.
Abalados e sem pertences, os amigos decidiram encerrar a viagem, que duraria até o dia 14, e voltaram ao Brasil na madrugada de segunda-feira (08). No aeroporto, a situação deles comoveu outros passageiros, que chegaram a emprestar blusas para que eles não passassem frio durante o voo de volta.

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