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Volta às aulas com inclusão: educação em Guarujá reúne clínicas para definir apoio a alunos com deficiência em 2026

A Seduc busca um atendimento estruturado, colocando o estudante no centro das atenções para um aprendizado eficaz

Reunião da Secretaria Municipal de Educação visa garantir suporte a estudantes com deficiência no ano letivo de 2026 - Foto: Divulgação/ Prefeitura de Guarujá
Reunião da Secretaria Municipal de Educação visa garantir suporte a estudantes com deficiência no ano letivo de 2026 - Foto: Divulgação/ Prefeitura de Guarujá

Redação Publicado em 23/01/2026, às 10h08


Para garantir que o ano letivo de 2026 comece com o pé direito e com total suporte aos estudantes que mais precisam, a equipe da Secretaria Municipal de Educação (Seduc) não perdeu tempo. O foco da pasta agora é a organização interna para receber bem os alunos da rede. Por isso, um encontro estratégico foi realizado na última segunda-feira (20), reunindo peças-chave para o funcionamento da inclusão escolar na cidade.

O objetivo principal da conversa foi colocar todos na mesma página. A reunião de alinhamento serviu para planejar detalhadamente como será a atuação dos acompanhantes terapêuticos (ATs) dentro das escolas ao longo deste ano. Esses profissionais são fundamentais para o desenvolvimento e a permanência de crianças com deficiência ou necessidades específicas em sala de aula. A ideia da Seduc é deixar de lado o improviso e apostar em um atendimento estruturado, onde o estudante seja, de fato, o centro das atenções e receba o cuidado que merece.

Parceria para a inclusão

A mesa de discussões contou com representantes das clínicas parceiras que prestam esse serviço ao município: Matheus Alvarez, Almai e Imuvi. A presença dos coordenadores dessas instituições foi essencial para reforçar o compromisso de trabalho em equipe.

Durante o bate-papo, a equipe de Educação Especial da Seduc e os parceiros privados debateram formas de aprimorar o dia a dia nas escolas. A meta é fazer com que o serviço não seja apenas burocrático, mas que funcione na prática, ajudando o aluno a evoluir. Foram discutidas estratégias para corrigir falhas anteriores e garantir que a integração entre a escola, o acompanhante terapêutico e a família aconteça de forma leve e eficiente.

Quem participou

O encontro teve peso institucional e contou com a presença do secretário municipal de Educação, que liderou as conversas, ao lado da coordenadora de Educação Especial da rede. Do outro lado, ouviram as diretrizes e apresentaram sugestões os representantes das clínicas contratadas: Imuvi (Instituto de Medicina Humane Vitae), Centro de Reabilitação Neurológica Matheus Alvarez e Almai (Instituto de Neurodesenvolvimento Infantil).

Com esse planejamento antecipado, a expectativa é que os pais e responsáveis sintam mais segurança ao deixarem seus filhos nas unidades de ensino, sabendo que existe um fluxo de trabalho organizado e pensado exclusivamente para o bem-estar e o aprendizado das crianças.