Esporte

Santos pode reencontrar ídolo Elano no comando do Guarani

Após a demissão de Matheus Costa, o ex-jogador do Peixe assume o Bugre e pode enfrentar o antigo clube na próxima rodada

O ex-jogador Elano, que já teve passagens como auxiliar, agora lidera o Guarani até a contratação de um novo técnico - Foto: Divulgação / Guarani

Gabriella Souza Publicado em 15/01/2026, às 10h37

Após a demissão do treinador Matheus Costa, confirmada nesta quarta-feira (14), o ex-jogador Elano assumiu o comando do Guarani de forma provisória. Se o time de Campinas não trouxer um novo profissional até o fim da semana, será o eterno ídolo do Peixe quem tentará parar o ex-clube na terceira rodada do Paulistão, às 20h30.

Elano no Peixe

A ligação de Elano com o Santos é profunda e cheia de taças. Ele foi peça-chave nas conquistas dos Brasileirões de 2002 e 2004, além de ter participado da histórica campanha do tri da Libertadores em 2011. Ao todo, o ex-meia vestiu a camisa alvinegra em 322 partidas e balançou as redes 68 vezes. Logo que parou de jogar, no fim de 2016, ele começou sua jornada fora das quatro linhas integrando a comissão técnica da equipe da Vila Belmiro.

Como auxiliar técnico, Elano chegou a dirigir o Santos em nove oportunidades, acumulando um bom retrospecto de cinco vitórias. Sua principal sequência foi em 2017, quando assumiu o time após a saída de Levir Culpi na reta final do Campeonato Brasileiro, conseguindo levar o grupo até o terceiro lugar na tabela. Anos depois, em 2020, ele chegou a enfrentar o Peixe como técnico da Inter de Limeira, mas acabou perdendo por 2 a 0.

Mudanças no Bugre

A troca no comando do Guarani acontece em um momento de instabilidade. Matheus Costa não resistiu aos resultados ruins no início do estadual, um empate contra o Primavera e uma derrota para o Novorizontino. Além disso, ele não conseguiu levar o time para a Série B no ano interior.

Agora, Elano, que estava trabalhando como coordenador técnico no clube de Campinas, volta à beira do gramado. Antes de aceitar esse desafio no Bugre, ele já havia passado pelos bancos de reservas do Figueirense, Náutico e Ferroviária, além de ter trabalhado um período como comentarista de televisão. Enquanto a diretoria não define um substituto oficial, é ele quem prepara os jogadores para o duelo decisivo contra o Santos.

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