Suspeito de 27 anos foi flagrado em terreno no Jardim Primavera durante a 'Operação Acato'
Redação Publicado em 05/06/2026, às 08h28
A engrenagem que alimentava o comércio ilícito de entorpecentes em Mongaguá sofreu um duro golpe da Polícia Civil. Durante a "Operação Acato", deflagrada nesta terça-feira (3), investigadores da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) de Itanhaém desmantelaram um esquema estratégico de distribuição e prenderam em flagrante um homem de 27 anos. O suspeito é apontado como o principal responsável pelo abastecimento de um conhecido ponto de venda do município, popularmente denominado como a “Biqueira da Faixa”, localizada no bairro Jardim Primavera.
A captura ocorreu após um trabalho de monitoramento de campo na região. De acordo com o relatório da Polícia Civil, os agentes realizavam incursões táticas pelo bairro quando flagraram o homem saindo de um terreno baldio carregando porções de substâncias ilícitas prontas para o comércio. Ao ser interceptado e submetido à abordagem padrão, o envolvido não ofereceu resistência e acabou admitindo que sua função ali era reabastecer as prateleiras do ponto de tráfico.
Varredura localiza arsenal de entorpecentes e "ice"
Diante da confissão informal e da atitude do suspeito, os policiais civis da DISE entraram no terreno para realizar uma varredura minuciosa. No local, que servia como uma espécie de depósito clandestino ou "casa de bomba", a equipe localizou e apreendeu um verdadeiro arsenal de drogas, todo devidamente fracionado, pesado e embalado com logotipos característicos das facções que atuam no litoral paulista.
Ao todo, foram contabilizados e apreendidos:
Além da expressiva quantidade de substâncias, os investigadores recolheram uma balança de precisão digital utilizada para a pesagem das cargas. Todo o material recolhido e o preso foram conduzidos à sede da delegacia especializada. O homem foi autuado pelo crime de tráfico de drogas e, após os trâmites formais da Polícia Judiciária, foi encaminhado diretamente para a cadeia pública da região, onde permanece isolado e à disposição do Poder Judiciário.