Polícia

Fiscalização da Receita Federal apreendeu 437kg de cocaína no Porto de Santos

Ações realizadas nesta segunda-feira (6) retiraram de circulação 448 kg de drogas em duas vistorias distintas

Droga escondida em navio e em carga de sucata de ferro é interceptada em Santos - Imagem: Divulgação

Redação Publicado em 07/07/2026, às 08h32

A Receita Federal interceptou um total de 448 quilos de cocaína no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, em duas ações distintas realizadas ao longo desta segunda-feira (6). Os entorpecentes, que possuíam alto valor comercial e tinham como destino final o mercado internacional, foram localizados pelas equipes aduaneiras durante fiscalizações rotineiras de combate ao contrabando e inspeções físicas minuciosas em mercadorias preparadas para exportação no maior complexo portuário da América Latina.

As apreensões ocorreram de forma isolada em diferentes terminais do cais santista, demonstrando a eficácia da vigilância contínua desenvolvida pelo órgão federal. Na primeira investida, os agentes do setor de busca aduaneira realizaram uma vistoria focada nas estruturas e compartimentos internos de um navio mercante que se encontrava devidamente atracado. Durante essa abordagem padrão de rotina, a equipe localizou 11 quilos da droga ocultos na embarcação.

Carga de sucata de ferro tinha como destino os Emirados Árabes

A segunda e maior apreensão do dia aconteceu poucas horas depois, durante a conferência física de contêineres no setor de cargas de exportação. Os servidores federais identificaram 437 quilos de cocaína estrategicamente escondidos em meio a um volumoso carregamento de sucata de ferro. De acordo com os manifestos de carga e documentos fiscais da mercadoria, que foi retida imediatamente antes do embarque definitivo, o destino final do envio seriam os Emirados Árabes Unidos.

Logo após a pesagem oficial e a confirmação técnica do tipo de entorpecente por meio de testes químicos preliminares, a Polícia Federal foi formalmente acionada para assumir a ocorrência no cais. Os agentes federais apreenderam todo o carregamento ilícito para posterior destruição e instauraram um inquérito para conduzir os ritos de polícia judiciária da União. A partir de agora, as investigações buscam cruzar dados para rastrear a origem da droga, mapear os responsáveis pela logística interna e identificar os líderes do esquema criminoso de tráfico internacional.

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