Comércios foram interditados por falta de alvará, destacando a importância da fiscalização para a ordem pública e sossego
Redação Publicado em 20/07/2026, às 08h54
Uma grande operação de fiscalização integrada mobilizou as forças de segurança e equipes administrativas na noite desta sexta-feira (17). Coordenada pela 1ª Companhia do 29º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), a "Operação Força-Tarefa" uniu diferentes braços do poder público para combater a criminalidade, vistoriar comércios e coibir a perturbação do sossego nas comunidades da região.
A ofensiva estratégica atuou diretamente no cumprimento de normas administrativas urbanas. A ação contou com a participação ativa da Guarda Civil Municipal (GCM), da Secretaria Municipal de Comércio, da Vigilância Sanitária e do Conselho Tutelar, garantindo uma abordagem completa e ampliando a sensação de segurança dos moradores.
Saldo da fiscalização: interdições em massa por falta de alvará
O foco principal das equipes foi a inspeção de pontos comerciais que acumulavam denúncias de moradores ou que apresentavam indícios de atividade irregular. Os agentes públicos bateram de porta em porta e os resultados numéricos da operação revelam o tamanho do problema administrativo na área coberta pelo batalhão.
Ao todo, a fiscalização registrou o seguinte balanço:
Apreensão de materiais: as equipes também recolheram uma barraca ambulante, uma balança de precisão comercial e uma caixa de som de alta potência que causava poluição sonora.
Foco na ordem pública e no sossego da comunidade
O fechamento dos estabelecimentos sem documentação é visto pelas autoridades como uma medida preventiva essencial. Muitos desses locais funcionam de forma clandestina, transformando-se em polos de aglomerações e barulho excessivo durante o período noturno, o que prejudica a qualidade de vida e o descanso da vizinhança.
De acordo com o comando do 29º BPM/I, a megaoperação transcorreu de forma pacífica e foi concluída sem o registro de alterações de vulto ou confrontos. A corporação ressaltou que a manutenção dessas barreiras fiscais e policiais integradas continuará ocorrendo por toda a Baixada Santista, mostrando a força da união entre o Estado e o Município na preservação da ordem pública.