Acidente ocorreu na madrugada desta quarta-feira (16) na Avenida Campos Sales; duas moradoras ficaram feridas e o prédio foi interditado

Redação Publicado em 16/09/2026, às 09h35
O silêncio da madrugada foi subitamente quebrado por um grave acidente doméstico que mobilizou equipes de socorro e causou momentos de pânico entre os moradores de um edifício residencial localizado no bairro Jardim Marina, na cidade de Mongaguá. O caso aconteceu durante os primeiros minutos desta quarta-feira, dia 16 de setembro, quando o vazamento e a consequente detonação de um botijão de gás provocaram danos estruturais e deixaram duas mulheres feridas no último pavimento de um prédio de três andares que abrigava cerca de vinte pessoas.
De acordo com as informações oficiais divulgadas pelo Corpo de Bombeiros, o acionamento de emergência ocorreu por volta de 00h34, exigindo o deslocamento imediato de uma força-tarefa composta por doze agentes distribuídos em quatro viaturas operacionais até a Avenida Campos Sales. Com a força do impacto da explosão, o apartamento afetado sofreu sérios danos internos, conforme revelaram as imagens divulgadas posteriormente pela administração municipal.
Atendimento às vítimas e estado de saúde
As duas moradoras que estavam no imóvel no momento do incidente sofreram ferimentos e precisaram de atendimento médico urgente. A vítima mais grave, uma mulher de 58 anos, sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus que atingiram cerca de 81% de toda a superfície corporal. Ela foi inicialmente socorrida e levada ao Pronto-Socorro Vera Cruz, onde deu entrada consciente, orientada e comunicativa, sendo posteriormente transferida para a realização de um tratamento especializado por meio de convênio médico na cidade de São Paulo.
A segunda vítima, de 54 anos, sofreu diversas escoriações pelo corpo devido aos escombros e à onda de choque da explosão. Assim como a outra ferida, ela foi encaminhada ao mesmo hospital na região, onde permaneceu sob cuidados médicos durante toda a madrugada, consciente, orientada e aguardando novos exames de reavaliação clínica.
Interdição preventiva e segurança no local
Logo após o controle da situação, técnicos da Defesa Civil do Estado de São Paulo e equipes municipais realizaram uma vistoria preliminar nas dependências do edifício residencial. Por motivos de segurança e para evitar maiores riscos aos moradores, o prédio foi totalmente interditado de forma preventiva até que uma avaliação técnica aprofundada seja concluída pelos engenheiros da prefeitura.
Apesar do susto e dos danos materiais evidentes no apartamento atingido, a administração municipal confirmou que não houve registro de pessoas desabrigadas ou desalojadas de forma permanente. Durante o período da madrugada, os demais moradores precisaram aguardar fora do imóvel, recebendo suporte e acompanhamento contínuo de agentes da Polícia Militar e da Defesa Civil até que os protocolos iniciais de segurança fossem finalizados.
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