Polícia

Professora é encontrada enterrada no quintal de casa; marido confessa crime e é preso

Corpo de Elisângela Barbosa de Almeida foi localizado após dias de desaparecimento em Pariquera-Açu; caso é investigado como feminicídio

Equipes localizam corpo de professora enterrado no quintal de residência em Pariquera-Açu; marido foi preso e confessou o crime, segundo a polícia - Imagem: Polícia Civil e Reprodução

Redação Publicado em 25/04/2026, às 17h49

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A Polícia Civil investiga a morte da professora Elisângela Barbosa de Almeida, de 43 anos, cujo corpo foi encontrado enterrado no quintal da residência onde morava, em Pariquera-Açu, no interior paulista. O principal suspeito do crime, o marido da vítima, Jacemir Barbosa Bueno de Almeida, de 39 anos, foi preso no local.

A localização do corpo ocorreu após familiares registrarem o desaparecimento da professora, que não era vista havia cerca de cinco dias. A partir do relato da irmã, a polícia iniciou diligências e ouviu o companheiro da vítima. Durante o depoimento, inconsistências chamaram a atenção dos investigadores, que decidiram ir até o imóvel do casal.

No local, equipes identificaram sinais de alteração no terreno do quintal, o que levou ao acionamento do Corpo de Bombeiros. Após escavação, o corpo foi encontrado enterrado.

Confrontado novamente, o suspeito confessou o crime. Segundo o relato apresentado à polícia, a morte teria ocorrido após uma discussão entre o casal. Ele afirmou que houve agressões mútuas e que a vítima caiu após ser atingida, apresentando convulsões. Em seguida, o homem disse ter ocultado o corpo.

De acordo com informações preliminares da investigação, a vítima apresentava marcas de violência, o que será analisado em perícia para determinar a causa exata da morte.

O caso foi registrado como feminicídio, violência doméstica e ocultação de cadáver. A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias do crime, incluindo a dinâmica dos fatos e possíveis antecedentes de violência no relacionamento.

O suspeito foi encaminhado à audiência de custódia, onde a Justiça deve decidir sobre a manutenção da prisão. Até o momento, não há informações oficiais sobre o desfecho do procedimento.

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