Segurança pública

Suspeito de atuar como “carrasco” de facção é preso por morte de jovem

Investigado teria participado de execução após julgamento em “tribunal do crime”; caso segue sem localização do corpo

Suspeito de integrar grupo criminoso é preso em Guarujá por envolvimento na morte de jovem desaparecida desde janeiro - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 15/04/2026, às 17h07

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A Polícia Civil do Estado de São Paulo prendeu mais um suspeito de envolvimento na morte de uma jovem de 20 anos em Guarujá, no litoral paulista. A vítima, Maria Eduarda Cordeiro da Silva, estava desaparecida desde o início de janeiro, e o caso é tratado como homicídio ligado ao crime organizado.

O homem detido foi identificado como Adadilton Candido da Silva, de 33 anos. Segundo as investigações, ele exerceria a função de “carrasco” dentro de uma facção criminosa, sendo responsável por aplicar punições a integrantes ou pessoas consideradas rivais.

De acordo com a polícia, Adadilton teria participado diretamente da tortura e da execução da jovem, que teria sido submetida a um chamado “tribunal do crime”. A motivação estaria relacionada à suspeita de que a vítima mantinha ligação com uma organização criminosa rival.

Maria Eduarda desapareceu em 2 de janeiro, e a morte foi confirmada semanas depois com base em provas técnicas, análise de dados telefônicos e depoimentos. Até o momento, o corpo não foi localizado.

A prisão ocorreu na terça-feira (14), durante operação que também resultou na apreensão de celulares que podem auxiliar no avanço das investigações. Com isso, chega a cinco o número de suspeitos detidos no caso.

Os envolvidos devem responder por crimes como sequestro, tortura, homicídio qualificado e organização criminosa. As investigações continuam, com foco na localização do corpo e no esclarecimento completo do crime.

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