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Após fechar com o Santos, Lucas Veríssimo está "preso" no Catar por tensões no Oriente Médio

A família considerou atravessar a fronteira com a Arábia Saudita, mas decidiu que a travessia era muito arriscada.

Imagem: Reprodução / Gabriel Vidal
Imagem: Reprodução / Gabriel Vidal

Otávio Alonso Publicado em 05/03/2026, às 13h19


O zagueiro Lucas Veríssimo, novo reforço do Santos, enfrenta dificuldades para deixar o Catar devido ao agravamento das tensões no Oriente Médio, com bombardeios dos EUA e Israel que resultaram no fechamento do espaço aéreo na região.

O zagueiro Lucas Veríssimo, recentemente anunciado como reforço do Santos, ainda não conseguiu deixar o Catar em razão do agravamento das tensões no Oriente Médio. A situação ocorre após bombardeios realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã, que levaram ao fechamento do espaço aéreo em diversos pontos da região.

Nesta quinta-feira (5), Amanda Veríssimo, esposa do jogador, relatou nas redes sociais as dificuldades enfrentadas pela família para retornar ao Brasil. Segundo ela, os voos seguem suspensos no país e ainda não há previsão para a reabertura do espaço aéreo. Em uma sequência de publicações, Amanda mostrou também imagens das malas sendo preparadas para a viagem, na expectativa de uma eventual liberação.

A possibilidade de deixar o país por via terrestre, atravessando a fronteira com a Arábia Saudita, chegou a ser considerada, mas acabou descartada pela família. De acordo com Amanda, a travessia foi avaliada como arriscada.

“Não vou arriscar meus filhos em uma travessia perigosa, onde o governo mesmo está falando para não fazer”, escreveu.

Em outra publicação, ela revelou ter recebido um alerta de segurança no celular informando que o nível de ameaça na região está elevado. A mensagem orienta os moradores a permanecerem em locais abrigados, afastados de janelas e áreas expostas.

Amanda também destacou que a família não pretende deixar ninguém para trás durante a eventual saída do país. Segundo ela, além do casal e dos filhos, dois cachorros e uma funcionária estrangeira que trabalha com a família também dependem da viagem. “Ou sai todo mundo, ou não sai ninguém”, afirmou.

O Santos acompanha a situação do jogador, mas ainda não há definição sobre quando o zagueiro poderá retornar ao Brasil.