Notícia

Alunos de escola municipal participam de palestra interativa sobre inclusão no Melvi em Praia Grande

Ação realizada nesta quarta-feira (16) contou com relatos de superação e orientações sobre acessibilidade para os estudantes

Encontro na Escola Municipal Joaquim Augusto Ferreira Mourão discute inclusão e respeito às diferenças entre os jovens - Foto: Divulgação/ Prefeitura de Praia Grande
Encontro na Escola Municipal Joaquim Augusto Ferreira Mourão discute inclusão e respeito às diferenças entre os jovens - Foto: Divulgação/ Prefeitura de Praia Grande

Redação Publicado em 17/09/2026, às 09h50


Trazer histórias reais para dentro da sala de aula faz toda a diferença na hora de ensinar respeito e empatia aos jovens. Foi pensando nisso que a Escola Municipal Joaquim Augusto Ferreira Mourão, localizada no bairro Melvi, recebeu na última quarta-feira (16) um encontro especial voltado a debater a inclusão e a combater o preconceito contra pessoas com deficiência.

A iniciativa faz parte das ações do Setembro Verde e foi organizada em conjunto pela Secretaria de Educação e a Secretaria de Diversidade e Inclusão para conscientizar os estudantes sobre a importância de respeitar as diferenças no dia a dia.

O ponto alto da programação foi a conversa franca com o palestrante Francisco Novelli, que é cego e conversou abertamente com os estudantes sobre os desafios enfrentados por quem possui alguma limitação física. Ele explicou aos adolescentes que é gratificante falar com os jovens sobre esse assunto, pois isso traz impactos positivos na vida deles e na sociedade como um todo, lembrando que as novas gerações representam o futuro. Francisco também ensinou aos alunos como agir de maneira correta na presença de uma pessoa com deficiência, explicando formas simples de ajudar e facilitar a rotina de quem tem restrições visíveis ou ocultas.

A programação educativa também contou com a presença essencial da intérprete de Libras Cláudia Peppi, que demonstrou na prática como a comunicação inclusiva é fundamental para aproximar as pessoas e quebrar barreiras na rotina da comunidade escolar.

Para a diretora da instituição de ensino, Valéria Guedes, esse tipo de vivência vai muito além dos livros didáticos e ajuda a transformar a mentalidade dos alunos para o resto da vida, mostrando que a inclusão precisa acontecer no mundo inteiro e não apenas dentro da escola. A secretária de Diversidade e Inclusão, Vera Benício, reforçou que plantar sementes de respeito, conscientização e amor ao próximo nas escolas é o caminho mais seguro para construir um futuro bem mais justo, igualitário e acolhedor para todo mundo na sociedade.