Após recusar pagar, motorista teve seu carro danificado por flanelinha que se mostrou agressivo durante abordagem da GCM

Redação Publicado em 29/01/2026, às 10h12
Uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) que fazia o patrulhamento de rotina perto de um hotel em Guarujá foi parada por um motorista desesperado nesta quarta-feira (28). O homem contou que, ao tentar usar uma vaga pública comum na região da Enseada, foi abordado por uma pessoa que se dizia flanelinha e exigia dinheiro para que ele pudesse deixar o carro ali. Como o motorista não aceitou pagar o valor cobrado, o suspeito acabou partindo para o vandalismo e danificou o veículo.
Detenção e comportamento do suspeito
Assim que souberam do que aconteceu, os guardas começaram a procurar pelo agressor pelas ruas próximas. Não demorou muito para que encontrassem o homem com as mesmas características descritas pela vítima. Na hora da abordagem, o flanelinha não facilitou o trabalho dos agentes; segundo a GCM, ele tentou encarar e intimidar a equipe, mantendo uma postura agressiva durante todo o tempo. Mesmo assim, ele foi levado para a delegacia e acabou sendo reconhecido pelo dono do carro como o autor dos estragos e da pressão para conseguir o dinheiro.
A situação toda começou porque a vítima se recusou a cair na conversa de pagar por um lugar que, por lei, é gratuito e está devidamente sinalizado pela prefeitura. O "trabalhador" de rua passou a ameaçar o condutor e, assim que percebeu que não receberia nenhuma nota, decidiu riscar ou bater no automóvel para se vingar da negativa.
Providências na delegacia
O caso foi registrado oficialmente pela polícia e o homem agora está sob os cuidados da Justiça para responder pelos crimes de extorsão e dano ao patrimônio privado. Esse tipo de fiscalização da GCM tem sido reforçada justamente para evitar que moradores e turistas se sintam acuados ao estacionar em vias públicas, especialmente em áreas movimentadas como a praia da Enseada.
O veículo passou por uma verificação dos estragos e o motorista recebeu as orientações sobre como seguir com o processo. Por enquanto, o suspeito continua preso e aguarda as próximas decisões do juiz sobre o caso ocorrido em Guarujá. A prefeitura reforça que ninguém é obrigado a pagar valores para flanelinhas em vagas que pertencem ao município.
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