Vítima de 19 anos foi agredida com golpe na cabeça em Praia Grande; suspeito segue foragido e caso é investigado como tentativa de feminicídio

Redação Publicado em 19/03/2026, às 16h40
Rayssa Pires Faria, de 19 anos, sobreviveu a uma tentativa de feminicídio em Praia Grande, onde seu ex-marido a atacou, resultando em ferimentos graves e traumas emocionais duradouros.
O agressor invadiu a casa da jovem após uma tentativa de reatar o relacionamento, e a violência não é um evento isolado, já que Rayssa havia sofrido agressões anteriores durante o relacionamento.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher, enquanto o suspeito permanece foragido e a vítima busca reconstruir sua vida após o ataque.
O impacto da violência vai além dos ferimentos físicos. A jovem Rayssa Pires Faria, de 19 anos, ainda tenta lidar com o trauma após sobreviver a uma tentativa de feminicídio ocorrida na última segunda-feira (16), em Praia Grande.
Segundo o relato da vítima, o agressor — seu ex-marido, Wendrews Sant Ana Vieira dos Santos — invadiu sua casa após uma tentativa frustrada de reatar o relacionamento. A situação rapidamente se transformou em violência. Durante o ataque, a mãe da jovem também foi atingida, e Rayssa acabou sendo golpeada na cabeça com um pedaço de madeira ao tentar defendê-la.
A jovem foi socorrida desacordada e precisou de atendimento médico após sofrer um corte profundo. No entanto, as marcas emocionais têm sido ainda mais difíceis de enfrentar. Por medo, ela deixou a própria casa e afirma que não consegue mais dormir com tranquilidade no local onde vivia.
O episódio reacende lembranças de outras agressões sofridas durante o relacionamento, incluindo um ataque anterior que deixou cicatrizes permanentes em seu braço. Para ela, a violência não começou naquele dia — mas atingiu um nível extremo.
O caso foi registrado como tentativa de feminicídio e está sendo investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher. O suspeito segue foragido, enquanto a vítima tenta reconstruir a rotina após a violência.
A história expõe não apenas a gravidade do crime, mas também as consequências psicológicas duradouras enfrentadas por vítimas de violência doméstica, que muitas vezes permanecem mesmo após o fim das agressões físicas.
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