Vítima foi atingida por motorista grávida no dia 20 de fevereiro, na Zona Noroeste; caso pode ter reclassificação após o óbito

Redação Publicado em 20/03/2026, às 17h16
Luiz Roberto Ferreira, de 56 anos, faleceu após 29 dias internado devido a um atropelamento em Santos, que ocorreu durante uma briga de trânsito em fevereiro. O incidente, registrado por câmeras, envolveu uma motorista grávida que avançou com o carro sobre o motociclista após uma discussão.
Luiz sofreu múltiplas paradas cardíacas durante o atendimento médico e, apesar de momentos de melhora, seu estado se agravou devido a complicações cardíacas relacionadas ao trauma. A motorista foi presa em flagrante, mas sua prisão foi convertida em domiciliar por ser gestante.
Com a morte de Luiz, o caso pode ser reclassificado de tentativa de homicídio qualificado, mas ainda não houve atualização oficial sobre a nova tipificação. A família, que busca justiça, destaca o legado de amizade deixado por Luiz, que deixa esposa e um filho.
O motociclista Luiz Roberto Ferreira, de 56 anos, morreu na quinta-feira (19), após permanecer internado por 29 dias em decorrência de um atropelamento ocorrido durante uma briga de trânsito em Santos, no litoral de São Paulo. O caso aconteceu em 20 de fevereiro, na Avenida Nossa Senhora de Fátima, na Zona Noroeste da cidade.
De acordo com as investigações, Luiz foi atingido por um carro conduzido por uma mulher grávida após uma discussão iniciada no trânsito. Imagens de monitoramento registraram o momento em que o veículo avança e atinge o motociclista.
Após o impacto, a vítima chegou a se levantar com ferimentos na perna, mas sofreu uma parada cardíaca ainda no local. Durante o atendimento e o transporte até o hospital, ele teve outras três paradas e precisou ser colocado em coma induzido.
Ao longo da internação, Luiz apresentou períodos de melhora e chegou a recuperar a consciência. No entanto, o quadro clínico se agravou em razão de problemas cardíacos, que foram intensificados após o trauma. Ele não resistiu e morreu quase um mês após o ocorrido.
A motorista foi presa em flagrante no dia do atropelamento. A Justiça chegou a decretar a prisão preventiva, posteriormente convertida em domiciliar devido à condição de gestante. A identidade dela não foi divulgada.
Com a morte da vítima, o caso — inicialmente registrado como tentativa de homicídio qualificado — pode ter nova tipificação penal. Até o momento, não houve atualização oficial sobre a reclassificação.
Familiares cobram responsabilização. A viúva, Alessandra Aparecida da Silva, afirmou que a família buscará justiça. Segundo ela, Luiz era conhecido pelo perfil acolhedor e deixou um legado de amizade.
Luiz deixa esposa e um filho. O velório ocorreu nesta sexta-feira (20), e o sepultamento será realizado em Santo André, no ABC Paulista.
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